A Declaração de Great Barrington

Aos amigos que entendem que o que está por trás dessa “pandemia” é algo muito mais perigoso que o próprio vírus, mas sim uma grande trama que visa o controle e o extermínio da humanidade. Leia e assine a declaração. Há pouco o que podemos fazer, mas qualquer coisa terá grande valor!


Claro que ao pesquisar no Google (uma das Big Techs por trás dessa trama toda), encontrarão textos de Fact-check, afirmando que é fake, que os médicos que encabeçam o manifesto não tem qualquer importância, ou que são charlatães. Mas isso é o esperado, já que o comprometimento com esse tirano projeto de poder tem braços enormes. Mas, antes de publicar, chequei por outros mecanismos de busca e linkei seus nomes a partir de algo muito simples, que um verbete da Wikipedia. Claro, essa “enciclopédia” não é muito confiável, mas, se pensarmos que qualquer coisa na Internet é. De qualquer forma, o disposto na Declaração já foi endossada por muitos médicos mundo à fora. Basta que pesquisem mais a fundo. E, principalmente, analisem as condutas dos políticos com os olhos da sua própria razão, e não se deixe levar pelo pânico que eles mesmo criaram. Safem-se!


No final da publicação, clique no logo do Great Barrington Declaration e assine.

 

Como epidemiologistas de doenças infeciosas e cientistas da saúde pública, temos sérias preocupações sobre os impactos prejudiciais para a saúde física e mental das políticas prevalecentes da COVID-19, e recomendamos uma abordagem a que chamamos Proteção Focalizada.

 

Viemos tanto da esquerda como da direita, e de todo o mundo, e temos dedicado as nossas carreiras à proteção das pessoas. As atuais políticas de confinamento estão a produzir efeitos devastadores na saúde pública a curto e longo prazo. Os resultados (para citar alguns) incluem taxas mais baixas de vacinação infantil, agravamento dos prognósticos das doenças cardiovasculares, menos exames oncológicos e deterioração da saúde mental – levando a um maior excesso de mortalidade nos próximos anos, com a classe trabalhadora e os membros mais jovens da sociedade a carregar um fardo mais pesado. Manter os alunos fora da escola é uma grave injustiça.

 

Manter estas medidas em vigor até que uma vacina esteja disponível causará danos irreparáveis, com os mais desfavorecidos a serem desproporcionadamente prejudicados.

 

Felizmente, a nossa compreensão do vírus está a crescer. Sabemos que a vulnerabilidade à morte da COVID-19 é mil vezes maior nos idosos e doentes do que nos jovens. De facto, para as crianças, a COVID-19 é menos perigosa do que muitos outras doenças, incluindo a gripe.

 

À medida que a imunidade se desenvolve na população, o risco de infeção para todos – incluindo os vulneráveis – diminui. Sabemos que todas as populações acabarão por atingir a imunidade de grupo – ou seja, o ponto em que a taxa de novas infeções é estável – e que isto pode ser assistido por (mas não depende de) uma vacina. O nosso objectivo deve ser, portanto, minimizar a mortalidade e os danos sociais até atingirmos a imunidade de grupo.

 

A abordagem mais compassiva que equilibra os riscos e benefícios de alcançar a imunidade de grupo é permitir que aqueles que estão em risco mínimo de morte vivam normalmente a sua vida para construir imunidade ao vírus através da infeção natural, ao mesmo tempo que protege melhor aqueles que estão em maior risco. Chamamos a isto Proteção Focalizada.

 

A adoção de medidas para proteger os vulneráveis deve ser o objectivo central das respostas de saúde pública à COVID-19. A título de exemplo, os lares devem utilizar pessoal com imunidade adquirida e realizar testes frequentes a outro pessoal e a todos os visitantes. A rotação do pessoal deve ser minimizada. Os reformados que vivem em casa devem mandar entregar alimentos e outros bens essenciais ao seu domicílio. Quando possível, devem encontrar-se com membros da família no exterior e não no interior. Uma lista abrangente e detalhada de medidas, incluindo abordagens a famílias de várias gerações, pode ser implementada, e está bem dentro do âmbito e da capacidade dos profissionais de saúde pública.

 

Aqueles que não são vulneráveis devem ser imediatamente autorizados a retomar a vida normal. Medidas simples de higiene, tais como a lavagem das mãos e a permanência em casa quando estão doentes devem ser praticadas por todos para reduzir o limiar de imunidade de grupo. As escolas e universidades devem estar abertas ao ensino presencial. As atividades extracurriculares, como o desporto, devem ser retomadas. Os jovens adultos de baixo risco devem trabalhar normalmente, e não a partir de casa. Restaurantes e outras empresas devem ser abertos. As artes, música, desporto e outras atividades culturais devem ser retomadas. As pessoas que correm maior risco podem participar se o desejarem, enquanto a sociedade como um todo goza da proteção conferida aos vulneráveis por aqueles que acumularam imunidade de grupo.

 

Dr. Martin Kulldorff, professor de medicina na Universidade, um bioestatístico e epidemiologista especializado em deteção e monitorização de surtos de doenças infeciosas e avaliações de segurança de vacinas.

Dra. Sunetra Gupta, professora na Universidade de Oxford, uma epidemiologista especializada em imunologia, desenvolvimento de vacinas e modelação matemática de doenças infeciosas.

 

Dr. Jay Bhattacharya, professor na Faculdade de Medicina da Universidade de Stanford, um médico, epidemiologista, economista da saúde e especialista em políticas de saúde pública focando-se em doenças infeciosas e populações vulneráveis.

Tradução: Marta Gameiro Branco and David Amaral

Co-signatários
Cientistas médicos e de saúde pública e médicos praticantes

  • Dr. Alexander Walker, principal at World Health Information Science Consultants, former Chair of Epidemiology, Harvard TH Chan School of Public Health, USA
  • Dr. Andrius Kavaliunas, epidemiologist and assistant professor at Karolinska Institute, Sweden
  • Dr. Angus Dalgleish, oncologist, infectious disease expert and professor, St. George’s Hospital Medical School, University of London, England
  • Dr. Anthony J Brookes, professor of genetics, University of Leicester, England
  • Dr. Annie Janvier, professor of pediatrics and clinical ethics, Université de Montréal and Sainte-Justine University Medical Centre, Canada
  • Dr. Ariel Munitz, professor of clinical microbiology and immunology, Tel Aviv University, Israel
  • Dr. Boris Kotchoubey, Institute for Medical Psychology, University of Tübingen, Germany
  • Dr. Cody Meissner, professor of pediatrics, expert on vaccine development, efficacy, and safety. Tufts University School of Medicine, USA
  • Dr. David Katz, physician and president, True Health Initiative, and founder of the Yale University Prevention Research Center, USA
  • Dr. David Livermore, microbiologist, infectious disease epidemiologist and professor, University of East Anglia, England
  • Dr. Eitan Friedman, professor of medicine, Tel-Aviv University, Israel
  • Dr. Ellen Townsend, professor of psychology, head of the Self-Harm Research Group, University of Nottingham, England
  • Dr. Eyal Shahar, physician, epidemiologist and professor (emeritus) of public health, University of Arizona, USA
  • Dr. Florian Limbourg, physician and hypertension researcher, professor at Hannover Medical School, Germany
  • Dr. Gabriela Gomes, mathematician studying infectious disease epidemiology, professor, University of Strathclyde, Scotland
  • Dr. Gerhard Krönke, physician and professor of translational immunology, University of Erlangen-Nuremberg, Germany
  • Dr. Gesine Weckmann, professor of health education and prevention, Europäische Fachhochschule, Rostock, Germany
  • Dr. Günter Kampf, associate professor, Institute for Hygiene and Environmental Medicine, Greifswald University, Germany
  • Dr. Helen Colhoun, professor of medical informatics and epidemiology, and public health physician, University of Edinburgh, Scotland
  • Dr. Jonas Ludvigsson, pediatrician, epidemiologist and professor at Karolinska Institute and senior physician at Örebro University Hospital, Sweden
  • Dr. Karol Sikora, physician, oncologist, and professor of medicine at the University of Buckingham, England
  • Dr. Laura Lazzeroni, professor of psychiatry and behavioral sciences and of biomedical data science, Stanford University Medical School, USA
  • Dr. Lisa White, professor of modelling and epidemiology, Oxford University, England
  • Dr. Mario Recker, malaria researcher and associate professor, University of Exeter, England
  • Dr. Matthew Ratcliffe, professor of philosophy, specializing in philosophy of mental health, University of York, England
  • Dr. Matthew Strauss, critical care physician and assistant professor of medicine, Queen’s University, Canada
  • Dr. Michael Jackson, research fellow, School of Biological Sciences, University of Canterbury, New Zealand
  • Dr. Michael Levitt, biophysicist and professor of structural biology, Stanford University, USA.
    Recipient of the 2013 Nobel Prize in Chemistry.
  • Dr. Mike Hulme, professor of human geography, University of Cambridge, England
  • Dr. Motti Gerlic, professor of clinical microbiology and immunology, Tel Aviv University, Israel
  • Dr. Partha P. Majumder, professor and founder of the National Institute of Biomedical Genomics, Kalyani, India
  • Dr. Paul McKeigue, physician, disease modeler and professor of epidemiology and public health, University of Edinburgh, Scotland
  • Dr. Rajiv Bhatia, physician, epidemiologist and public policy expert at the Veterans Administration, USA
  • Dr. Rodney Sturdivant, infectious disease scientist and associate professor of biostatistics, Baylor University, USA
  • Dr. Salmaan Keshavjee, professor of Global Health and Social Medicine at Harvard Medical School, USA
  • Dr. Simon Thornley, epidemiologist and biostatistician, University of Auckland, New Zealand
  • Dr. Simon Wood, biostatistician and professor, University of Edinburgh, Scotland
  • Dr. Stephen Bremner,professor of medical statistics, University of Sussex, England
  • Dr. Sylvia Fogel, autism provider and psychiatrist at Massachusetts General Hospital and instructor at Harvard Medical School, USA
  • Tom Nicholson, Associate in Research, Duke Center for International Development, Sanford School of Public Policy, Duke University, USA
  • Dr. Udi Qimron, professor of clinical microbiology and immunology, Tel Aviv University, Israel
  • Dr. Ulrike Kämmerer, professor and expert in virology, immunology and cell biology, University of Würzburg, Germany
  • Dr. Uri Gavish, biomedical consultant, Israel
  • Dr. Yaz Gulnur Muradoglu, professor of finance, director of the Behavioural Finance Working Group, Queen Mary University of London, England
 
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