[Nas memórias que eu invoco]

Charles Burck


Nas memórias que eu invoco e não me vêem em meus dedos feridos de trabalhar nas pedras,

Os tempo em que eu escrevi com as mãos sangrando as orações que foram esquecidas

Venha sussurrar ao meu ouvido alguma antiga lembrança de ti e de mim

Alguma sonora melodia onde eu possa revê o que nunca foi lido

Ainda que tu sejas a imensidão que me engula inteiro, digira e me vomite como um feto, um verme ou a saliva bendita de um beijo

Venha e fale-me como se faz para esquece um grande amor

Carregando a tão alma ferida

 
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