[Não espere pela redenção dos homens]

Lu Genez


Não espere pela redenção dos homens
Vírus não são capazes de tal anomalia,
Nem os Deuses com seus castigos e bençãos
Com ameaças de inferno e as impertinências do pecado,
Ou o regozijo das areias de praias plácidas do paraíso,
Foram capazes de tal façanha.
São tempos servis, dos cabrestos postos
Da ladroagem legalizada pelas certidões de óbito.
Segue-se o rumo do que já é, tão somente.
Ninguém muda por máscaras ao rosto,
Todos sabem sobre quem se leva,
Qual o olho que o espelho mostra,
No fundo da retina se reina a inconveniência da verdade,
Não há distorção nesse enredo.
O imperioso medo, propagado aos ventos
Contam histórias sobre o que convém
A distopia é utopia do poeta
Os mortos estão mortos.

Danos colaterais não prestam às estatísticas.

 
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