[minha pele está nua exposta]

Lu Genez

 – MEMBRO FUNDADOR

minha pele está nua exposta,
Disposta ao prazer.
Com urgências e ardências gozosas.

Leia me com olhos de lobo, famintos.
te direi sobre os meus segredos,
Até a última palavra ejaculada
O ponto final banhando a carne.

Sinta os pedaços os lugares,
Entre aspas e pernas.
Todos os passos, os traços seguem na tua direção,
Na pele bronzeada na marca do sol,
Que esconde a parte desejosa
Que eriça minhas vontades, do púbis.

Na última linha me renderei ao teu corpo,
Ao pau que esporra verdades quentes,
sem vergonha.

Entrelace os pontos,
Minhas histórias
Funda seu sexo ao meu
Até o fundo até o fim
O talo, entalado.

O delírio vertiginoso do verso,
A boca quente.
rimas atrevidas ao pelo
Virilhas  desavergonhadas
Num esfregar de vírgulas
Entre sons e fonemas
A palavra gemida.
O som doce que escapa da língua,
Diz bobagens.

dedos atrevidos molhados
Na minha umidade escorrida
Que brota do ventre, é entranha.
A concordância das veias que latejam pulsam gritam
Habitam as carnes devassadas.
É tesão sentido,
Exclamado ao corpo

 
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