As faces do Ego

Charles Burck

– MEMBRO FUNDADOR 

As sereias de Gibraltar cantam em qualquer lugar, mais entre os homens 

Com os seus cantos capturados, elas gemem a dor

A liberdade nunca será integra se houver algum irmão aprisionado, 

Aos olhos da vidente, os homens bebem da cegueira, dos conteúdos de fel e sal, 

De costurar as bocas dos outros para não escutarem as suas vozes

Os malefícios do coração condenados ao retrocesso e os cérebros empedrados, 

Emparedam os sentimentos para negarem qualquer ato de benevolência

Mas serão os seres fadados às cinzas sem dias de sol?

Os que distribuam os seus desejos aos quatro ventos

Os bíceps de ferros e as mãos de martelos esmagam os cérebros, mas jamais as ideias, 

Os ideais são como os anjos que não vemos, voejam pelos ares e em algum momento te tomam, 

Bastam o terreno propício, a terra ideal e o pensar sintonizado, 

Ai! Dos que conjuram a dominação, eles serão os dominados pelos seus egos, 

A serpente sem olhos que come a si, pelo próprio rabo

 
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