Poesia: Charles Burck – [Antes disso, vou falar-te das minhas manhãs]

Charles Burck


Antes disso, vou falar-te das minhas manhãs

Da composição do meu corpo quando levanto

E do suspirar como esperança

Do corpo alongando quebrando as trincheiras

Não me preocupa saber onde os meus ossos me levarão

As virtudes dos dias que viemos colher me saciam

E as em caligrafias gravada aos pés são os nossos próprios desígnios

Abro os olhos e o peito se enche, o mundo somos nós, lá fora há as voracidades

Os elementos que se contextualizam e tudo é fome, voraz e devoradora

Sem as castidades que plantamos num mundo nosso nada se cria

às vezes sangra, é bem verdade,

Mas haverá sempre mais nas nossas almas nuas

Longe dos comerciais e enunciados de coisas poucas,

Aos nossos sentidos quando se fala do que seja amor

 
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