Napoleão Bonaparte

Napoleão nascido Napoleone di Buonaparte (Italiano: [napoleˈoːne di ˌbwɔnaˈparte] (Ajaccio, 15 de Agosto de 1769 — Longwood, 5 de Maio de 1821) foi um estadista e líder militar francês que ganhou destaque durante a Revolução Francesa e liderou várias campanhas militares de sucesso durante as Guerras Revolucionárias Francesas. Foi imperador dos franceses como Napoleão I de 1804 a 1814 e brevemente em 1815 durante os Cem Dias. Napoleão dominou os assuntos europeus e globais por mais de uma década, enquanto liderava a França contra uma série de coalizões nas guerras napoleônicas. Ele venceu a maioria desses conflitos e a grande maioria de suas batalhas, construindo um grande império que governava grande parte da Europa continental antes de seu colapso final em 1815. Ele é considerado um dos maiores comandantes da história e suas guerras e campanhas são estudadas em escolas militares em todo o mundo. O legado político e cultural de Napoleão perdurou como um dos líderes mais célebres e controversos da história da humanidade.

Texto da Wikipedia

Napoleão Bonaparte

A grande arte é mudar durante a batalha. Ai do general que vai para o combate com um esquema.  – Napoleão Bonaparte

Napoleão Bonaparte

A História é um conjunto de mentiras sobre as quais se chegou a um acordo.  – Napoleão Bonaparte

Napoleão Bonaparte

O tolo possui uma grande vantagem sobre o homem de espírito; está sempre contente consigo mesmo.  Napoleão Bonaparte

Napoleão Bonaparte

A primeira qualidade de um comandante é cabeça fria para receber uma impressão correcta das coisas. Não deve deixar-se confundir quer por boas quer por más notícias.  Napoleão Bonaparte

Napoleão Bonaparte

O homem superior é impassível por natureza: pouco se lhe dá que o elogiem ou censurem – ele não ouve senão a voz da própria consciência. Napoleão Bonaparte

Napoleão Bonaparte

Todo o homem luta com mais bravura pelos seus interesses do que pelos seus direitos. – Napoleão Bonaparte

Alexandre, o Grande, Júlio César e Napoleão Bonaparte compareceram à tomada de posse de Joe Biden

Alexandre, o Grande, Júlio César e Napoleão Bonaparte compareceram à tomada de posse de Joe Biden. Eles olharam para a forte presença militar, os agentes do FBI observando e para a multidão de repórteres.
“Com um exército assim”, disse Alexandre, “eu teria conquistado o mundo.”
“Com serviços secretos como este FBI”, disse César, “eles não teriam ousado esfaquear-me no Senado.”
“Com estes media”, disse Napoleão, “nunca ninguém saberia que eu perdi a batalha de Waterloo.”

Fernando Cavalcanti – É Mais Que Um Crime, é Uma Estupidez (Ou Ódio Só Gera Mais Ódio)

Fernando Cavalcanti

O novo pedido de impeachment de Bolsonaro provavelmente não terá qualquer eficácia política (talvez Rodrigo Maia nem sequer o receba, temeroso do efeito polarizador na candidatura de Baleia Rossi), mas infalivelmente comportará efeitos psicológicos: dará mais “combustível” aos ressentimentos da direita em relação à esquerda.


A esquerda, há muito tempo, não dialoga. Desde que conseguiu “aparelhar“, gramscisticamente, o meio acadêmico, o Legislativo e O Judiciário (e, até recentemente, o Executivo) e, last but not least, a Grande Imprensa, ela exige submissão pura e simples aos seus postulados, tornados “diktats“. Uma espécie de Evangelho (“Boa Nova”) leigo. E para sua imposição aparelharam uma nova Inquisição, também leiga.


Arvoraram-se em monopolizadores da verdade, da ética e da razão. E não admitem que haja quaisquer contestações. Quem os contradiz é submetido a censura e repressão de diversas formas, oficiais e não-oficiais. De maneira oficial, à guisa de exemplo, temos a censura, as apreensões de bens e as prisões judicialmente decretadas por nosso STF (cujos membros são todos progressistas).


De maneira não oficial temos a pressão exercida por grupos “progressistas” da sociedade civil como o “Sleeping Giants“, os (auto-intitulados) Movimentos Feminista, Negro, GLBTQ etc. Nenhum dos quais foi eleito. Logo, sua representatividade é fictícia. Exigem adequação de atitudes alheias sem que suas “vítimas” tenham direito a princípios jurídicos basilares, como o Contraditório, o Devido Processo Legal, a Presunção de Inocência e outros. São um tribunal espúrio, “fantasma”, mas todo-poderoso. Similar à situação surrealista descrita por Kafka em “O Processo“.


E as redes sociais predominantes refletem os princípios, ou melhor, a ideologia do Progressismo. Isso é gravíssimo, porque o mundo atual é, por assim dizer, pautado pela expressão em redes digitais.


Se você delas não participa, ou é “cancelado“, como se diz, você simplesmente deixa de existir enquanto influenciador de comportamento. Está reduzido a interagir com as pessoas imediatamente próximas a você. Um círculo de poucas dezenas de pessoas. Enquanto os que puderem expressar-se nas redes terão um espaço de expressão de milhões, bilhões, enfim virtualmente infinito.


A direita, censurada há muito tempo na Grande Imprensa progressista, que só permitia a veiculação de notícias com a sua interpretação, sob as suas versões e em seus termos, encontrou, encantada, nas redes sociais um espaço para expressar-se e valeu-se dele. Isso explica a eleição de líderes “demonizados” pela GI, como Trump, Salvini, os Kaczinski e um certo capitão em um país latino-americano.


Derrotadas temporariamente, as elites progressistas e sua serva e porta-voz, a Grande Imprensa, uniram-se no clamor pela censura às redes sociais. Fosse essa censura executada pelo Estado ou pelos donos das próprias redes (todos progressistas).


No Brasil, tivemos censura pelo Estado (Judiciário) e pelas redes. Nos EUA, foi iniciativa exclusiva das redes, mas provou-se tão espetacularmente efetiva que o presidente da nação mais poderosa do mundo está privado de espaço de expressão. (Em tempo: Não quero defender o que Trump fez, afirmo apenas que ele não poderia, em hipótese alguma, ter sua liberdade de expressão cerceada por organismos não eleitos e ideologicamente vinculados.)

 

A esquerda americana (concentrada no Partido Democrata) apoiou entusiasticamente a censura a Trump e aos seus apoiadores do Partido Republicano (feita por apoiadores declarados do Partido Democrata). Cerca de setenta mil “trumpistas radicais, fascistas e supremacistas brancos” (segundo os censuradores, únicos “juízes” no caso) tiveram suas páginas excluídas até agora.


Apoiou também, sem limites, a repressão estatal aos “Trumpistas“. Quase não fala no assassinato de uma manifestante desarmada na invasão ao Congresso. Mas divulga com destaque as prisões de “fascistas” e “golpistas” (sim, nos EUA a esquerda também adora colocar esse rótulo na direita).


Os Democratas também instauraram a toque de caixa um processo de impeachment contra Trump na Câmara dos Deputados, mesmo estando o presidente “amordaçado”, humilhado e garantindo que vai fazer uma transição de poder pacífica. (Repito: achei Trump irresponsável na convocação do protesto, mas nada que justificasse o impedimento de sua liberdade de expressão. Quanto mais um impeachment!)


Biden, que antes declarara querer acabar com a polarização política, governando para todos os americanos, sumiu de cena. Aparentemente não quer desautorizar os membros de seu Partido, todos ardentemente revanchistas. Isso tem tudo para acabar mal.


Especialmente se considerarmos que, segundo pesquisas, cerca de 80% dos eleitores republicanos continuam apoiando Trump, mesmo após a balbúrdia de 6 de janeiro. E este recebeu 74 milhões de votos (Biden teve aproximadamente 80 milhões). Ou seja, numa nação radicalmente dividida (politicamente) ao meio, o partido do presidente eleito, em vez de fazer acenos de pacificação e unificação nacional, investe na perseguição aos seguidores do presidente derrotado e humilhado.


Receita para mais conflitos.


O mesmo ocorre no Brasil.

 

Bolsonaro é um presidente que foi eleito mas não consegue governar, tolhido pelo Congresso e pelo Judiciário (Supremo Tribunal Federal) em tudo. Suas medidas provisórias não são convertidas em lei, seus atos administrativos são cassados pelo STF, seus partidários são censurados, têm os bens apreendidos e são presos.


É o presidente mais impotente e humilhado da história do Brasil.

 

Mas seus inimigos não se contentam com isso. Querem derrubá-lo a qualquer custo. Vem agora, provavelmente, nova tentativa de impeachment. Mesmo estando com bons índices de popularidade a nível nacional e, finalmente, uma certa base de apoio no Congresso. (Será justamente por isso?) Fico impressionado com a sanha vingancista, a ânsia de destruição da esquerda. Abdicam até da racionalidade mais comezinha.


Lembro-me de um episódio da história francesa: Napoleão, vítima de tentativas de assassinato, julgou que um membro da família real deposta, os Bourbons, o Duque de Enghien, tivera participação no caso e determinou sua prisão e execução. Parte de seus auxiliares apoiou-o, mas outros argumentaram que, com os monarquistas derrotados e humilhados, a ocasião era de oferecer-lhes um ramo de oliveira (gesto de conciliação), não de os provocar ainda mais com a execução do duque (cuja culpa, além do mais, era duvidosa).


Napoleão, teimosamente, executou o duque. Seu mais arguto ministro, Talleyrand, prevendo o acirramento da divisão política do país, teria comentado: “C’est plus q’un crime, c’est une faute terrible.” (É pior do que um crime, é um terrível erro.)” Os Bourbons terminaram voltando ao poder, e Napoleão teve que resignar ao trono. Terminou seus dias sozinho, preso numa ilhota estéril.


Pois é.


Estender a mão aos adversários é sabedoria.


“Chutar” o inimigo derrotado (ou impotente) é mais do que um crime. É uma tremenda estupidez.

 

Quem tiver ouvidos para ouvir, e olhos para ver, que ouça e veja.

Tenho mais medo de três jornais do que de cem baionetas. – Napoleão Bonaparte

Crônica: Genecy Souza – Relatos de Um “Cancelado” da Internet

Genecy Souza


Foi rápido e sem dor: bastaram alguns cliques e, pronto! Lá fui eu, mandado para o desterro, à danação eterna para arrastar a corrente atada aos meus pés, a andar sem rumo e sem descanso; um pária virtual. Me vejo como aquele leproso da Bíblia, que grita: “Impuro!”, advertindo as pessoas sãs que estou por perto. Sou um pobre coitado digno de pena. Ou de desprezo. Depende do olhar de quem me vê.

 

 

Estou só – como sempre – em meu quarto-exílio, gozando do meu ostracismo. Ouço o ruído do meu ar-condicionado e os latidos dos cachorros ao longe. Tenho muitos discos, meus companheiros de sempre, mas não quero ouvir nenhum agora. Tenho também meus livros, e uns vinte deles à espera dos meus olhos. E ainda: vídeos, revistas, enfim. A internet está à mão, mas não quero acessá-la agora. O(s) mundo(s) que ela mostra me cansa(m) às vezes. O melhor remédio é ficar na minha, unplugged, se é que me entendem.

 

 

Não corro mais o risco de ser cancelado. Guardadas as devidas proporções, agi como os russos fizeram com Napoleão Bonaparte: tática de terra arrasada, ou seja, nada fica para o inimigo.Zerei a possibilidade de novos cancelamentos. Traduzindo: fechei todas as redes sociais, exceto o WhatsApp por necessidades/exigências profissionais e familiares, mas apenas para assuntos realmente indispensáveis. A única exceção é que mantenho nele apenas dois amigos dos tempos de Facebook, ambos também cancelados. Entretanto, fui educado, saí da rede do Sr. Zuckerman sem bater a porta. Anunciei o dia e a hora da minha saída: 31 de janeiro de 2019. Agradeci os bons amigos e amigas que lá permaneceram pela companhia e as boas conversas. Houve quem lamentou. Já outros deram de ombros. C’estlavie. Ou. Foda-se o mundo que não me chamo Raimundo. O mundo continua girando.

 

 

A autoria do meu cancelamento partiu de Frank, o meu até então amigo-irmão por mais de 30 anos, do tempo em que a internet era apenas uma ficção futurista. De repente, aquela amizade tida como sólida se desfez em alguns cliques. Admito que não foi por falta de aviso (dele). Eu sabia que minha hora haveria de chegar em algum momento, pois já estava cada vez mais evidente sua insatisfação a respeito dos comentários postados no Facebook, por mim e por tantos outros. Ele ficava bastante incomodado com críticas, comentários, aforismos, vídeos, piadas que contrariavam suas convicções e preferências políticas. Preferi pagar o preço da espera, ou seja, me fingi de morto só para dar uma dedada no coveiro.

 

 

Evidentemente, nenhum dos comentários eram dirigidos à pessoa do meu ex-amigo-irmão. Eu sempre soube respeitar as opções políticas, ideológicas, sexuais, culturais, religiosas das pessoas até o limite do possível (entenda-se: desde que não afetem a minha intimidade ou liberdade de expressão e de pensamento). Frank é de esquerda. Conheci-o assim, e isso nunca foi um problema para nós.Além do mais, ele se apresentava como anarquista, perfil nem sempre bem visto pela esquerda tradicional. Para mim, essa postura era irreverente e até engraçada.

 

 

Muita coisa acontece em 30 anos. De bom e de ruim. As pessoas amadurecem e envelhecem. Ou apenas envelhecem,sem no entanto amadurecer. Há quem se torne sábio o bastante para analisar o mundo ao redor. E há aqueles que constroem bolhas, e nelas preferem viver, mas não se conformam em ficarem a sós nesse mundinho à parte. Eles preferem formar um rebanho para lhes servir de claque. Esse é o caso de Frank.

 

 

Estamos vivendo um fenômeno denominado cultura do cancelamento, o que, na verdade, não é propriamente uma novidade. A título de exemplo, basta dar uma olhada no que déspotas carniceiros do porte de Hitler, Stalin, Mao TseTung, Franco, Mussolini, Saddan Hussein, General Pinochet, Idi Amin, Fidel Castro e o Aiatolá Khomeini, por exemplo, cujo poder absoluto lhes permitia intimidar, espionar, censurar, perseguir, prender, torturar, exilar e, claro, matar seus adversários, fossem eles reais ou imaginários. Todos esses atos eram extensivos a parentes, amigos, colegas de trabalho e a outras pessoas relacionadas com os perseguidos. A História está repleta de relatos aterradores sobre o tratamento dado a quem simplesmente ousava pensar diferente do poder dominante, que possuía todo um aparato, a começar por uma imprensa subserviente, intelectuais e artistas complacentes por força do medo ou da conivência para fazer valer os ideais dos líderes de plantão.

 

 

Lamentavelmente, as práticas de cancelamento abordadas no parágrafo anterior ainda são praticadas em pleno século 21, seja pelo velho método, seja pelas redes sociais, com o diferencial de que os cancelamentos são executados virtualmente, sob os mais diversos pretextos e justificativas que torturam o bom senso, perseguem o benefício da dúvida e exilam o saudável hábito democrático de divergir dos conceitos majoritários de mundo. Ninguém pode agir como dono da razão, embora ela já possua centenas ou milhares de donos.

 

 

Nos dias que correm, a prática correção política impõe uma via única de pensamento e de ação, não importa o tema que estiver em debate: aborto, sexualidade, racismo, democracia, identidade de gênero, ideologia, liberdade de expressão, fascismo, geopolítica, economia, direitos humanos, meio ambiente, minorias étnicas, islamismo, feminismo, desigualdade social. E, para completar esse confuso quadro sócio-político e cultural, temos a pandemia causada pelo novo coronavírus, batizado oficialmente de Covid-19, que está ceifando não só vidas humanas, mas as economias e os empregos, o que, direta ou indiretamente também está tirando vidas humanas. Que ciclo cruel esse, não?

 

 

E é no bojo desse estado de coisas que a cultura do cancelamento versão século 21 prolifera como uma praga. O milagre da internet trouxe consigo esse desarranjo nas relações humanas, com destaque para os efeitos danosos no núcleo familiar das pessoas. Não se sabe até onde isso irá dar. Tudo o que se escreve nas redes sociais está sujeito a críticas, insultos, denúncias sem fundamento, acusações, patrulhamento, ‘dislikes’, bloqueios, ‘lacrações’, enfim… todos contra todos. Como se não bastasse, as pessoas passaram adotar políticos, intelectuais, artistas e celebridades, às quais devotam uma fidelidade canina e uma subserviência amoral, abrindo mão de um mínimo de senso crítico ou de uma abertura ao contraditório, com vistas a revisão de conceitos. Mudar de ponto de vista é praticamente um crime grave, passível, ora vejam, de cancelamento.

 

 

É evidente que há quem se beneficie dessa confusão, seja na forma de pessoas, empresas, entidades, grupos e partidos políticos, ONGs, organismos nacionais e internacionais e, claro, governos, principalmente aqueles com viés autoritário, e os que já são autoritários de fato. O velho lema “dividir para conquistar” continua valendo, mesmo que sob outros nomes, digamos, mais moderninhos.

 

 

A sentença proferida por um “juiz” (Frank) do Tribunal da Internet, Seção Facebook, só me trouxe benefícios. Já não desperdiço tempo nem noites de sono vasculhando as redes sociais, à cata de comentários, trocas de farpas, compartilhamento de inutilidades e de fakenews. Recuperei o tempo para fazer as coisas das quais sempre gostei. Não sofri uma espécie de “crise de abstinência” por não mais frequentar o Facebook, portais e blogs inúteis. E isso é muito bom, pois concluo que não desci ao nível de um viciado. É evidente que não posso abrir mão da internet. No entanto, é cada vez mais prazeroso ser o dono das minhas ações. De um modo ou de outro, o mundo nunca saiu do meu radar.

 

 

Vi Frank poucas vezes após meu cancelamento. Evidentemente não nos falamos mais. Evitamos um ao outro: ele a mim, por vergonha; e eu a ele, por decepção. Não sei o que ele estará fazendo agora. Imagino que esteja promovendo cancelamentos a torto e a direito daqueles que ousam discordar de suas ideias políticas, artísticas, culturais, filosóficas, etc. Talvez esteja caçando “fascistas” em toda parte, pois ele deve vê-los se esgueirando atrás de muros, saindo pelos bueiros, andando sobre os telhados ou escondidos atrás das árvores. Ironicamente, ele é aquilo que se propôs a combater. Sei que ele presta culto à personalidade daquele ex-presidente que esteve preso por corrupção, o qual só está solto graças a manobras de seus amigos instalados nas mais altas esferas do Poder Judiciário. O meu ex-amigo-irmão é um Camisa Negra dos tempos modernos. Mussolini teria orgulho de Frank.

 

Compartilhe
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  

Site Criado Por Barata Cichetto - (16) 99248-0091