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Na Lua, no Lula, na Cadeia ou Numa Casinha BBB

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Dinho Ferrarezi


Quem não entendeu ou vibra com a instabilidade jurídica no Brasil, festejada no palanque apenas para os mamadores petistas e sindicalistas, está com o Lula.

Sem tempo para papinho de papai voltou. Se você avalia a decisão monocrática – endossada por pares togados – de um devedor do ex-presidiário/ex-presidente, como justiça feita, sua cabeça está na lua ou você esteve em coma, no mínimo, desde a última aparição do “criminoso sem crime” em 2005, diante de um grande público sem seletividade ideológica. O ladrão mor brasileiro só fala para sua plateia de militantes e retardados/desgraçados. Quem ainda acredita que Luiz Inácio Lula da Silva não é bandido, com certeza também não fez o dever de casa ético e moral, pelo menos para fazer uma busca no histórico do ministro Edson Fachin – o homem que inventou e renomeou na teoria jurídica o termo “absolvição” resultando em “anulação”. A prática é liberdade para o bandido. Fachin foi personagem e apoiador da sucessora de Lula durante a eleição de 2010, o que estranhamente não gerou por grande parte da imprensa a hipotética suspeição.

Por ventura, caro leitor, você não consegue separar o Sergio Moro, o Ministro da Justiça com o Juiz da 13ª Vara de Curitiba, sinto informar que a sua frustração não beneficia em nada.

O trabalho para encontrar um inimigo para chamar de seu, visto que, Jair Bolsonaro não vestiu tal camisa, é uma missão para Amantes/Coxas e Botafogos de plantão: cumplices e puxa-sacos.

Sem tempo para revoltados gritando “mito” ou “Lula Livre” para gerar a falsa narrativa de Bolsonaro X Lula. Isto não existiu e nunca existirá, pelo simples motivo: embora extremamente diferentes em termos de “ficha limpa”, não existe uma premissa que adeque uma fagulha de antagonismo entre um presidente popular com várias medidas impopulares e um ex-presidente popular com medidas ultra populares que saqueou o Brasil. Imaginem um programa assistencial do tamanho do emergencial em virtude da Covid-19 nas mãos de Lula e PT. Se o Bolsa Família foi uma farra de compra de votos (moeda eleitoral), o monopólio dos pobres iludidos impedidos de prosperarem, pensem no auxílio emergencial sancionado pelo atual presidente Jair Bolsonaro, representando a maior transferência de renda da história deste país, diga-se de passagem e de extrema importância (considerando a literalidade EMERGENCIAL), tirando milhões de brasileiros do campo da invisibilidade bancária e mercadológica, realizando a abertura de mais de 50 milhões de contas digitais para os beneficiários do auxílio emergencial de R$600,00, destinado a desempregados, autônomos e trabalhadores informais, sendo gerido pelo comparsa de Lula, o sagaz da criminalidade José Dirceu. Só imagine.

Ainda sobre o Auxílio Emergencial, não podemos negar os inúmeros erros de avaliação e incongruência no cruzamento de dados, ocasionando muitas negativas a quem tinha o direito de acordo com as regras do Ministério da Cidadania. Tema que farei questão de focar em próximo artigo.

Quem não entendeu ou vibra com a instabilidade jurídica no Brasil, festejada no palanque apenas para os mamadores petistas e sindicalistas, está com o Lula.

Sem tempo para “ai, ai, ai, ai, ai, este país não tem jeito”. Ah! Preciso inserir mais um “ai”, a palavra “ai” dita 5 vezes pode gerar cadeia. Nunca se sabe, irmão. Nos encontramos no patamar que até a Constituição foi violentada e suas denotações passaram a ter conotações reinventadas, é preciso explicar que a “grama é verde” (chegamos no ponto que Chesterton nos alertou). Vivemos uma era que o pronome neutro é pauta de sobrevivência para quem pede Ifood e se enxerga no direito de falar pelos pobres. Não duvido de uma reinvenção regressiva intitulada como progressista, visando alterar o significado no dicionário Aurélio. E não estou falando do ministro Aurélio de Mello (nomeado pelo também impichado Fernando Collor de Mello, seu primo), sei que ele também deve ter seu próprio dicionário para situações específicas.

Creio que não preciso temer. Já neste caso se algum sujeito achar que “temer” faz alusão à Michel Temer, está tranquilo. O grande Alexandre … não, não. Não estou falando do – Alexandre, o Grande -, estou me referindo ao excelentíssimo Ministro Alexandre de Moraes (nomeado por Michel Temer), guardião da democracia, um símbolo daquilo que os âncoras dos telejornais mais conhecidos de nossa história me ensinaram que trata-se de atos antidemocráticos. OBS: É verdade este bilhete.

Sem tempo para tolerar benevolentes da grande parte da imprensa, faltando apenas recepcionar Lula no “sítio que não é seu”, com rosas vermelhas. Ah! Ressalto que a palavra “rosa” aqui trata-se do objeto literal – a prova está na letra minúscula no meio da frase. Quem sou eu, apenas por trabalhar, pagar meus impostos e expandir meus pensamentos fora da bolha para questionar uma ministra competentíssima? Lembrando que, Rosa Weber foi nomeada pela elegível ex-presidente Dilma Rousseff – com impeachment no currículo. Peço desculpas por não escrever “presidenta”.

O BBB tem me ensinado que minha alfabetização precisa ser refeita, urgentemente. Aproveitando para tirar uma dúvida: Se presidente termina com a letra “e”, caso Dilma fosse eleita hoje ela seria “presidenti”? Deixa pra lá: Depois eu pergunto no chat do BBB21. De qualquer forma, sempre haveria um cachorro atrás – sem coleira e sem algema – com todo respeito aos cães.

“É necessário separar os três poderes”. É mesmo? Partindo desta afirmação, opto por chamar de devaneio, esqueceram de avisar o MERCADO. Parece que lá o STF não consegue meter a canetada. Confiram as bolsas, de valores e de ombro.

2021

Dinho Ferrarezi, Juiz de Fora, MG, é jornalista e Livre Pensador!

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