Sean Gordon Murphy - Punk Rock Jesus

Crônica: William Kiss – O Rock’n’Roll incha ou seca!

William Kiss

Porém, antes de fundar essa Ordem dos Cavaleiros Sequelados do Rock, atravessei todos os ordálios da insanidade e inúmeras vezes perdi a lucidez, tanto que vários e vários Shows que assisti, tenho que conferir no Google para saber as datas e os locais em que aconteceram. Isso sem falar que muitos Manos Metal me contam agradecidos que os levei na faixa, pois na época das vacas gordas eu gostava de pagar tudo para quem não tinha condições financeiras para assistir os Rockstars mais famosos do planeta que vinham para a Terra Brasilis e realmente lembro das músicas tocadas e das atmosferas dos Shows agora os Manos Metal que são hoje os Dinos do Rock de São Vicente que me faziam companhia na minha caranga que voava baixo com o melhor do Heavy Metal saindo bem alto pelos falantes ao melhor estilo esquadrilha da fumaça plus lots of beer, tento lembrar , mas é difícil mesmo e todos lembram de todos os detalhes porque em geral estavam muito mais sóbrios que eu.

 

No entanto, como tudo realmente começou?

 

1977!

 

Estava eu com 8 anos e meu pai num fusca em São Vicente/SP e ele me mostrou uma música do Queen que estava numa fita K7 que o negão Rubão ganhou de uma de suas amantes e num passe de mágica eu fui transportado para a Terra do Mágico de Oz.

Então chega de conversa e sigam o conselho de Freddie Mercury e façam sexxxo e não façam guerra ao som de Get Down Make Love do Queen. Porque o primeiro Rock n Roll a gente nunca esquece. Lol!

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Agora, antes de dar continuidade nas narrativas das Aventuras de Mogli, o menino lobo e bobo, vou me contextualizar como o perdido na Selva de Pedra, assim dou minha carteirada de sequelado federal e vou colocar as cartas na mesa com um All In: o Rock n Roll apareceu na minha vida como um agente de redenção. Isso porque aos 7 anos de idade fui iniciado totalmente as avessas de forma bizarra na vida sexual por parentes  pervertidos e mais velhos e pelos vizinhos donde morava.A intenção não é me deter nesse capítulo sobre o qual nunca ninguém deu a mínima e para meu falecido pai era motivo de piada e para minha mãe, pura invenção da minha cabeça. Daí em meio a tantas humilhações e a total indiferença de meus pais, vi na Bíblia meu refúgio. Com dificuldade, li Eclesiastes e o Novo Testamento e Jesus foi o meu primeiro Herói, na verdade foi meu primeiro John Lennon, porque eu comparava meu sofrimento ao Dele. Lembro também de que eu orava para D’us, mas nunca me esqueço do dia de total desespero no qual deitei na cama chorando e implorei para D’us ou o Diabo intervir em meu favor, pois não aguentava mais sofrer humilhações com gozações que hoje seriam consideradas crime e creio que metaforicamente falando, até hoje no alto dos meus 51 anos, ambos parecem estar brigando pela minha alma atormentada.

 

 

E a música?

 

Fiquei anos ouvindo os vinis da coleção do meu pai que tinha de Oscar Peterson, o genial pianista de Jazz que era o disco que era diferente de tudo o que meu pai tinha a Roberto Carlos que na fase antiga, eu imitava na sala de casa quando sozinho.Daí entrei para o Judô para parar de apanhar dos predadores do edifício onde morava.Acontece que saí de um inferno para outro porque naqueles idos os treinamentos de Judô eram chamados de treinos de sacrifício.Só para resumir esse capitulo tive irmãos de suor que foram bem sucedidos, mas a maior parte ficou lesada pra sempre tanto que uma grande promessa dos tatames, irmão de um campeão olímpico se enforcou na faixa preta, outros foram fuzilados pois entraram para o crime e alguns viraram investigadores perturbados eu me sagrei campeão brasileiro de judô em 1989.Porém, foi em 1982 que minha vida mudou mais uma vez porque fora lançada no Brasil uma bandinha chamada Iron Maiden.

 

O disco?

The Number of The Beast!

 

Tragédias pessoais à parte… eis que depois de uma noite de treino pesado de Judô em 1982, um amigo que ficou literalmente louco de tanto treinar e por ter passado muitas humilhações nas Agulhas Negras/Aman, juntamente com seus pais, convidaram meus pais e eu para irmos conhecer o apartamento deles.Chegando lá, o ainda saudável Luizão, disse-me para deixar nossos pais conversando na sala e assim me convidou para ir ouvir algo que ele tinha acabado de comprar.Daí o Luizão todo empolgado colocou a terceira faixa do lado A do The Number of The Beast num volume bem alto de seu Gradiente e meus neurônios sofreram uma hecatombe com a introdução da bateria do falecido Clive Burr na música “The Prisoner” e foi amor a primeira orelhada. Daí como naquele tempo caso eu quisesse dinheiro, tinha que lavar muita louça e varrer um carpete horroroso além de não lanchar no recreio e pegar ônibus sem pagar em uma semana economizei a gaita e fui para um supermercado próximo donde morava e comprei o tão famoso e emblemático The Number of The Beast e destarte tinha eu fundado a Seita do Iron Maiden em plena São Vicente que é o elo perdido do mundo, onde criaturas muitos estranhas e bizarras habitam.

 

 

Pois bem, antes de voltar para o passado aqui vai uma pergunta: o que leva uma pessoa a escrever para desconhecidos do Universo Virtual Da Rede num domingo recluso de manhã?Solidão é a resposta meus nobres, solidão depois de 5 casamentos com mulheres, considerando que o primeiro foi um relacionamento homo-afetivo com o falecido crítico de cinema Rubens Ewald Filho que era um intelectual de marca maior e hoje depois de ter transitado pela elite artística mundial vivo com a completa falta de dinheiro, pois se o tivesse pelo menos estaria me drogando fazendo como Robert De Niro em Era Uma Vez Na América.Vivo sem dinheiro há mais de 11 anos sem 10 reais na carteira e para minha mãe me ver dormindo no sofá com metade do corpo para fora deve ser algo que lhe dê prazer, porque poderia ser diferente, ela tem dinheiro guardado. 

 

A verdade derradeira é que sou louco segundo a maioria, registrado em cartório.Isso porque faço tratamento num CAPS há exatos 18 anos e tomo os meus tarjas preta e pretendo falar sobre isso detalhando minhas três tentativas reais de suicídio como pular do décimo andar e carregar sequelas sérias na coluna etc. tudo relacionado também aos Rock n Roll ultra depressivos que faziam a trilha sonora das minhas diárias crises de depressão bem fundo do abismo. Fui cancelado há 20 anos pela sociedade e todas as pessoas com as quais convivo simplesmente me suportam e aturam porque são obrigadas.Saí recentemente de uma crise a qual me fez sentir-me como um personagem da série Black Mirror e tive muitas alucinações etc.Por isso montei esse Blog perdido no imenso oceano da internet, sem leitores.

 

Porém, vamos falar de Iron Maiden que até 1988 com o disco Seventh Son of a Seventh Son, esse o último álbum genial do I.M. que me trouxe uma enorme gama de sentimentos próximos da felicidade.De repente ouvindo o Bruce Dickinson cantar no auge de sua potência vocal encontrei uma voz que emulava e entoava os gritos que eu queria dar.As guitarras gêmeas de Dave Murray e Adrian Smith eram épicas e Steve Harris galopando no Baixo fazendo a cozinha com Clive Burr era algo que passou a ser minha vida e uma espécie de religião a qual eu sentia a obrigação de converter os profanos que ouviam outros gêneros musicais. Assim, dias depois voltei no supermercado comprar outros Iron Maiden e me deparei com Killers porque as capas que Derek Riggs fazia eram magistrais com o personagem central Eddie elas saltavam os olhos de perfeitas.Só que esse I.M. era um tanto diferente pois trazia nos vocais o primeiro vocalista da Banda Paul Di’ano.Foda-se amei mesmo assim e descobri depois comprando o primeiro Iron que essa Banda tinha duas fases bem distintas por causa dos dois diferentes estilos dos frotman da Donzela de Ferro!

 

 

Como nem só de Iron Maiden vive um Venerável Mestre da Ordem dos Sequelados do Rock, lembro bem que tinham dois amigos que eram da minha classe na escola que ouviam Rock e Metal e o Marcelinho gravava fitas K7 com os maiores sucessos da programação Rock de uma rádio local de Santos que era sintonizada em todo litoral e comecei ouvir outras Bandas.Um dia foi antológico porque fui na casa do Marcelinho pegar uma fita e ele me mostrou um disco que achei a capa muito foda e era o Abominog do Uriah Heep que vou fazer questão de linkar aqui. Só que nesse dia o Marcelinho e o Marcio fumaram um baseado e ficaram lombradões jogados no chão do quarto e quando fui falar com eles e eu estava de pé na frente deles no chão, o Marcelinho me deu um soco de boxe de baixo para cima no saco e assim vi todas as estrelas da Via Láctea.Porém, faziam muito sucesso os comerciais do cigarro Hollywood e as trilhas dessas propagandas eram lançadas em forma de coletâneas nos discos que levavam o nome de Flipper Hits porque na época os games que faziam sucesso eram subversivos porque ficavam em ambientes de maconheiros chamados Fliperamas e diga-se de passagem, me tornei um viciado em pinball e meu sonho na época era ter uma Cavaleiro Negro da Taito.Porém, graças ao Rock/Metal conheci outras pessoas porque já usava camisetas pretas com as Capas do I.M. e andava com calças jeans com desenhos com nomes de dos integrantes da Donzela de Ferro como o logo da Banda feitos com caneta Bic e isso atraia os loucos de plantão que experimentavam o Metal Saudável dos Anos 80 que caiu como uma luva de boxe nas ideias de cada adolescente incauto como éramos.

 

Bem, meu círculo de amizades no Rock não se limitou só ao Marcelinho Barbosa que nocauteou as bolas do meu saco. Eis que por volta de 1984 conheci o Tutti, Fernando Hammer. André, Augusto, Maurício, Marinho,Roni, Márcio todos dementes também pelo Heavy Metal.E como naquela época tinha sido lançado no mercado o vídeo cassete e os Manos Metal mais playbas tinham um vídeo cassete importado, nos reuníamos para assistir shows disputados e gravados por quem tinha o canal de conseguí-los e os comercializava, mas foi em 1985 que aconteceu o Boom das vídeo locadoras e assim fazíamos reuniões secretas para assistir Shows de Metal e o máximo de pornô que podíamos suportar.Afinal todo Sequelado do Rock que se preze bateu muito mais de 1 milhão de punhetas na vida.Só 1 adendo: essa turma que citei nos autos do processo involutivo da minha depreciação, pois hoje não dão a menor bola para mim, sendo que moramos todos na mesma cidade, todos tinham a mesma idade praticamente, mas foi por meio de um vizinho que morava na frente do meu prédio o Alfeu que o Último Portal de São Vicente/Vuca que conheci os Dinossauros do Rock.Era a turma mais hippie e bicho grilo da paróquia que não curtia tanto assim o The New Wave Of Britsh Heavy Metal do Iron Maiden, Saxon e Def Leppard. Voilà! Minha vida mudou porque como judoca do Santos Futebol Clube, fui estudar como bolsista no Colégio Objetivo onde devido a minha cor eu era insultado com ofensas racistas todos os dias e ninguém me chamava pelo meu nome, até porque naquele tempo não era considerado crime, mas lá graças ao poder do Metal que conheci meia dúzia de headbangers que me tratavam com respeito e vou deixar para o próximo post quando como e porque comecei a tocar guitarra e lembrando que em 1985 aconteceu o primeiro Rock in Rio que trouxe pela primeira vez o Iron Maiden para o Brasil.

 

 

1985?

 

Bem, eu já arranhava algumas coisas no violão, mas não era Heavy Metal era Violão Clássico. A primeira vez que o Alfeu veio falar comigo foi por causa da minha camiseta do Maiden.Ele se apresentou como fã do Scorpions e assim começamos uma amizade que considero de ouro, pois com o Alfeu morando na frente donde eu morava as novidades metálicas estavam sempre na agulha do prato do toca disco.Também outro de meus hobbies era depois das aulas do Colégio Objetivo, passar na casa mal assombrada do Zé do Kiss que começou seu negócio no quarto de sua casa vendendo fitas cassetes que ele gravava a partir de meia dúzia de vinis importados que ele tinha subtraído ou seja, adquirido, mas o fato é que no movimentado quarto do Zé do Kiss que tem quase dois metros de altura, aconteciam coisas além da imaginação mas eu sempre saía com novidades.Lá conheci Manowar, Alcatrazz com Malmsteen e Metallica Kill em All por exemplo.Também esse foi o período que comecei a ir em Bailes de Heavy Metal em casas alugadas de Shows para a reunião de todos os cabeludos de Santos e São Vuca e é claro todos da Seita se encontravam nesses aguardados Gala Metal, pois tinha o lance de quem usava as maiores pulseiras de rebites.

 

 

As melhores camisetas e quem faziam as coreografias mais fiéis com a guitarra imaginária ou a air guitar mas o melhor mesmo era agitar com o som bem alto sua música preferida. Porém, fora anunciado o maior evento de shows da história do Brasil: o Rock in Rio com todas as Bandas que eu sonhava em ver ao vivo, mas meu falecido pai encanou pesado com uma profecia de Nostradamus  que circulou na época que rezava que aconteceria uma grande tragédia numa grande reunião de jovens. Fiquei revoltado, pois todos que eu conhecia foram para o Rock in Rio e meu pai para abrandar o clima da minha indignação me deu uma guitarra da Gianini Supersonic.

 

 

Vocês conseguem mensurar o que foi pra mim na condição de Fã Incondicional e Arrebatado pelo Iron Maiden ter que ver pela TV e não ter ido ao show histórico da Banda que aos 16 anos de idade representava no meu universo musical como maior que o Rolling Stones e o Beatles juntos?

 

 

Creio que não!Porém, tinha até me conformado com essa situação, no entanto me deparei com a Tour do Powerslave que pertenceu a um disco que é uma Obra Prima e eu que estava habituado a vê-los na TV no saudoso programa Som Pop da TV Cultura e em edições de revistas de bancas de jornais que tinham como primeiras matérias sobre o I.M. em revistas de Aprenda a Tocar Violão que traziam fotos em preto e branco da Donzela ver os cinco cavaleiros do apocalipse transmitido pela Globo foi de tirar o fôlego e mais ainda ao término de Powerslave sermos presenteado com um raro solo de guitarra de Dave Murray foi suficiente para que se instaurasse um clima hostil em casa.Tudo porque comecei a chorar copiosamente e meu pai começou a brigar comigo e me acusar de ser pior que fanático fundamentalista.

 

 

Obviamente o I.M. não foi o único show que gostei, mas ter podido ir assistir a banda no Rio seria certamente o sonho mais importante realizado em vida, mas não foi. Deixe-me ver cá com meus botões:não falei ainda de muitas outras bandas que ouvia na época nem da turma dos hippies e nem do meu professor de guitarra o lendário Guitar Hero de São Vicente, Olímpio.

 

 

Sim! Eu sei que estou me expondo demais!Justamente é isso o que quero!Tentar manter sua vida no   anonimato na Era da Internet é o real absurdo.A violação de privacidade é necessária para alimentar os algoritmos da WEB e dizem que a Inteligência Artificial sabe mais a nosso respeito que nós mesmo.É isso!Propositalmente alimento meu avatar virtual com todas as informações possíveis e deixo a tecnologia da ciência fazer o que quiser com meus dados.Então conhecendo o Alfeu conheci uma turma hippie que ouvia rock dos anos setenta e acreditava no flower power de Woodstock.Assim fiquei sabendo de um professor de guitarra que todo mundo tinha como um demi god: o Olímpio. Fisicamente o Olímpio que morreu de overdose era um homem bonito que parecia um Peter Frampton misturado com Robert Plant só que pobre e decidido fui ter aulas com o Olímpio.Sua pegada era de Eric Clapton com mais swing nos fraseados e a verdade é que ele tocava por intuição e de ouvido e em outras palavras, ele como professor de guitarra não tinha método nenhum para ensinar seus alunos.O que o Olímpio fazia era destilar sua filosofia Rock entoando bordões nos quais ele dizia que amigo é para pisar na bola.Ele também fazia seus alunos tocarem uma harmonia simples enquanto ele improvisava.Sim! 

 

O Olímpio era uma Grão Mestre da Ordem dos Cavaleiros Sequelados do Rock até porque quando jovem o pastor da igreja da qual a família do Olímpio frequentava o sequestrou e abusou sexualmente dele.Mas o Olímpio como era muito bonito e tocava de um jeito com muita personalidade ganhava muitas mulheres facilmente inclusive as de seus alunos que ele fazia questão de arrastar porque amigo é para pisar na bola.Bastava o Olímpio tocar Hotel California que as minas piravam geral, mas ele nunca roubou uma namorada minha, por sua vez, eu roubei dele a Luciana que era a Janis Joplin de São Vuca nos anos 80.O lance é que há quem sustente que a lenda chamada Olímpio não era boa pessoa e que levou muitos para o abismo e me disseram recentemente que sou uma dessas pessoas, porém como sempre separo a pessoa do artista e da obra nunca deixei de ser um fã dele.Lembro que uma vez o levei para almoçar em casa e minha mãe ao ver a tatuagem dele que na época era coisa de maconheiro o que não é uma inverdade, perguntou-me: o Olímpio usa drogas?Bem, esse capítulo deixo para o próximo post porque não foi com os Manos Metal que me tornei um maconheiro, mas acreditem se quiser, foi com um grupo dos melhores atletas de judô do Estado de São Paulo.

 

 

Todos sabem que o Rock’n’Roll popularizou a polêmica e subversiva Trindade “Sexo, Drogas e Rock and Roll” e na década de 80 em São Vicente, tinha um pessoal que eu conhecia que tomava nos canos. Até porque qualquer remédio hoje a venda é controlado e a venda sem receita é proibida e isso configura num contexto de realidade bem diferente ao daquela época que era só chegar numa farmácia onde tinham atendentes que faziam parte do esquema e que até sugeriam quais remédios injetar e era só pagar no caixa sem receita e o Olímpio gostava dessa perigosa e mortal viagem.No entanto, ele nunca, nem maconha me ofereceu, embora ele dissesse que quem não fumasse erva nunca seria um grande guitarrista.Ironia do destino, quase todos da Cena Rock de São Vicente que fumavam um baseado disseram que jamais me dariam a droga que fosse e foi com uma equipe de judô que experimente ervas e comecei a fumá-la diariamente, isso sem falar que tive um sensei que me deu baseados e cocaína quando fui campeão paulista em São José do Rio Preto. Nessas meus pais faziam a linha de tratar com preconceito meus Manos Metal e tratavam com todas as honrarias os judocas que me deram drogas. Dando um salto para o ano de 1996 aproximadamente, eu tocava numa banda chamada Holy Rocks e o Olímpio foi assistir um ensaio nosso e ele fechou aquela noite fazendo uma jam solando em cima de Comfortably Numb do Floyd personagem da Grandiosa Opera Rock chamada “The Wall” dirigida por Alan Parker e essa noite foi a última vez que vimos o Olímpio e que toquei com ele pois ele se injetou e morreu de overdose.Então Fica Assim!Segurem o BO da Nova Ordem Mundial e toda essa onda dantesca da Pandemia que assim que possível voltarei a entretê-los com a Bizarrices mais Insanas de Um Venerável Mestre Da Ordem dos Sequelados do Rock! Entre! See y’all!

William Kiss – Campeão Brasileiro de Judô em 1989. Trabalhei como Produtor ,Editor,Entrevistadoe e Legendador na HBO Brasil na década de 90 minha primeira entrevista foi de 45 min com Chico Anysio e depois metade da Rede Globo qe entrevistei Mick Hucknall do Simply Red, Peter Garret do Midnight Oil .Trabalhei como pesquisador da Milward Brown (Terceirizada do Ibope). Entrevistei Jon Blair que ganhou o Oscar pelo documentário de Anne Frank Remembered de 1995. Dei aula de Inglês em Colégios pequenos. Trabalhei na Call Center da Atento onde contraí gastrite erosiva. Fui casado com o falecido e maior crítico de cinema do mundo Rubens Ewald Filho por 7 anos. Tive 5 esposas,. Sou Bissexual. Bilingue. Bipolar. Teosofista. Ensino Médio Completo. O resto autodidata.

 
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