Crônica: Renato Pittas – Mensagens Afegãs (Verbose Output)

Renato Pittas


De que outra maneira falaremos dessas  lendas, ainda que em conversa de andróides, ditas  de boca em boca, entre redemoinhos de vento e folhas de  paginas amareladas  pelo tempo e a corrosão do oxigênio, notas sobre o esquecimento.

 

Sei talvez, que a frase se faz das labiais que inventam expressão. De outra forma me nego a  falar sei lá o que dizer acerca da licença poética ou ao escapismo  por falta de palavras. Diria qualquer um sobre o mesmo assunto outra vez o aqui dito… Falava tanto que perdia o fio da meada.

 

Outra vez volto a dizer sem noção do tempo que dar ao verbo que se desenha entre o amarelo e o preto  deste bloco de notas sobrecarregando as baterias de lítio.

 

Seria outro parágrafo sem pelo menos existir a ideia de escrever palavras umas atrás das outras sem sentido à crítica alheia ou pessoal sei lá, fragmentos de uma ilusão  desenfreada em possibilidades de crenças e dogmas pessoais. Sentinelas do sentido  e da boa prática  devem se abstiver desta falácia comum.

 

Dizia prosseguindo a caminhada pelo deserto vasto de lembranças perdidas em nome de outras recordações, assim seria o que deveria ser dito entre uma frase e outra. Amanhã quem sabe não surja um novo assunto que valha a pena comentar.

 

Assim desta maneira um novo parágrafo  traz novas fases entre tantas outras possíveis, dentre tantas contradições que assistimos dia a dia. Parece que estou enganado, mas a questão não corresponde,  parece mais plausível então o verbo assumir a sua condição de passageiro dedicando-se a memória sem pé ou cabeça.

 

Cubículos  em um corredor num bairro de subúrbio, desafetos em um trágico romance,  coberto de gemidos e conflitos soltos na surdina. Devotos a uma festa narcísica impregnada de delírios e fantasias desconectadas do plano inicial, um sonho distante incapaz de se apaziguar. Nada vai mudar dizia  já quase sem esperança,  parecia que desta maneira desistia de tudo se entregando a própria sorte, mas sabia que não podia, pois era movido pela fé de novos dias e a esperança prometida pela fé.

 

A primeira vez que ouvira falar sobre crer ainda veio na infância, não se lembrava quando, mas, sabia que a crença deveria ser inabalável, levantou e partiu porta afora em busca do dia. Pronto para vencer e não se entregar aos temores que calariam suas esperanças.

 

Parecia crer em algo que dizia muito mais do que esperava, olhava ao longe e percebia que o horizonte se afastava conforme se aproximava, mas mesmo assim tinha esperança de uma manhã  com novas cores e fatos que  renovasse as expectativas do sonho, assim mantinha firme o propósito de ter perto de si tudo que amava.

 

Queria dizer algo, mas as linhas perdiam sentido conforme as escrevia, mas o teclado digital acrescentava senso a sua existência e ele desejava falar sobre o que o cercava de maneira romântica distante de todas as mazelas que criava para vencer a monotonia, as palavras iam se alternando de forma picotada em parágrafos escritos em diferentes momentos que o cercava servia-se de adendos ao texto e a desorientação sobre o que falar.

 

Sabia que não estava construindo algo que afirmasse algo construtivo ou de real valor, mas mesmo assim gostava de ver as letras amontoadas em um bloco de texto. Quisera ser hashtag e tornar-se viral.

 

Depois disso diria ter escrito algo e salvo o dia. Risoto grátis nem em Roma… Dores e regras atas de como fazer valer a crença  apostólica, relutar em crer, crendo. Eu com os meus botões… que mundo maravilhoso… o teclado interage tornando mais fácil escrever estas palavras.

 

Lindo ver a palavras se formar na tela novas fases vão nascendo e as mensagens afegãs perderam o sentido, verbose output!

 

Contar estórias sobre estórias parece que não haverão certezas sobre o nunca. Ė idiota, mas tem efeito… Mesmo assim vou tentando contar alguma estória de valor, uma palavra pode mudar o sentido do texto deixando de lado o imaginário colorido com os tons da percepção que desenha as frases neste texto, e os aumentos vem comendo a verba já exaurida de quem trabalha a marca do passado e o sonho acomodado estéril, sem conteúdo que lhe valessem a pena sendo assim acredito no corretor de texto.

 

Mundanamente trocaria o “e” por “3” assim m3smo s3ria assim… krautrock…palavra anã.

 

Lendas contam glórias de um passado longínquo e moldam a maneira social num acordo caótico sem possíveis escolhas deixa estar e nem há porque não ser o que se procura ser, não há escapatória da real natureza que nos molda e cria o esteio de nossos passos.

 

Dessa maneira pode-se correr, mas não há como fugir. Deixar de lado toda essa expectativa e apenas ser o que se pode ser, assim o dia nascerá feliz como mostra a canção que soa pelo radinho de pilha… as notas de minhas crenças se 3screvem de a z…sendo assim segue a língua matraqueando boca a fora nesse teclado, escrevendo as silaba dos meus erros, nem sei como expressar neste bloco as expectativas de minha natureza, assim vai sílaba a sílaba o surgir da expressão do falar e da língua maledicente.

 

Mova a palavra que não vai dar em nada, passando o tempo e desperdício digital no teclado, palavra vã em mente desocupada. Música de mariachi tocada por metaleiro farofa.a poison heart…falava-se ainda de rimas em campos de batalha e campos de amputados, a língua ainda é a mesma e a palavra de ordem ainda se cala na boca de alguém, pé de atleta e outras micoses na planta das unhas, analogia perversa… No pain no gain…

 

Atravessando o verbo surge a dúvida sobre o dito das nossas lendas, mentiras sobre o que somos que exemplifica as falsas palavras ao léu das esperanças. Diante isso o verso sucumbe e fala-se por enquanto, preciso na ideia, repetindo sílabas sigo na falácia fanfarrona como a língua batendo nos dentes. Não sei por aonde ir senão sair de fininho pelo lado mais acessível…segue assim a história, contada aqui com falta de recursos imaginários perdido na imagem fugitiva do inconsciente perdido no espaço!… cada sentido expressa a perda dela quando dita ao léu sem a maestria da literatura. A tarde segue monótona e morna…

 

Sem que nada desfaça este fato… Ao menos a falta de cedilhas, deu tratos a bola e saiu do parágrafo. Nem sempre a frase certa, apenas persistindo  no erro de narrar o erro.

 

Quando tudo parecia sem eira e nem beira.surge a esperança a matraquear novas palavras ad infinitum…moto perpétuo, espelhos de almas descrito em palavras criptografadas em psicographias particulares, advindas de um céu interior, fazendo versos sem se lembrar por que…mudar a direção sem perder o fôlego ou falar… palavrão… continuando num eixo sem fim.

 

Palavras vão fluindo num estranho narrar monossilábico em uma letra de cada vez dizendo quase tudo o que se planejou falar. Tempos sombrios impregnado de corrupções e incerteza não abalam o instinto da sobrevivência e entre trancos e barrancos vamos levando,  adiante tentando  as múltiplas possibilidade do acaso diante esta textura caótica do tecido social.

 

Fun in a autoban!… Desenhando espirais  ao vento  de retrovisor…olhar vintage e  apologia necessária, elemento de falácia promíscua… Psicodelia verbal e nova semana diante dos olhos e as promessas de campanha esquecidas nas gavetas do estado.

 

Haveria outra maneira de se expressar senão pela palavra, talvez pela linguagem de sinais, o que levaria a várias interpretações do fato. A qual se valeria interesses escusos aos que verdadeiramente movem a causa. Assim seguem as águias a crocitar.  Continuamos esperando pelas promessas de democracia alimentando esperanças sobre um novo dia. Cansado de esperar sigo estrada acima observando o que se coloca diante dos olhos e que me foge a percepção. Seguindo a intuição persisto na frase , vou acrescentando palavras ao vocabulário para que não esqueça seu significado,  vou corrigindo erros aos poucos conforme vou encontrando tentando mudar a percepção do mundo , olhar de outra maneira o já visto,  outros olhos procuram ver da mesma maneira como estes que procuram luz na escuridão segue por intuição as marés e o fluxo do dia a dia, esperando pela promessa, emprego e tranquilidade vamos vencendo as horas de nossa monotonia.

 

Pode-se até mesmo buscar a palavra em dicionários alheios e escrever o verbo de maneira errada deixando o discurso à maneira torta, sem o qual se fala qualquer coisa…trashed! bless my soul.  O que acontece com a saúde de quem não dorme direito?…dou o direito de se calar ante o não ter o que dizer.

 

Ledo engano a palavra antevêem a ideia e frases à toa. Omitir a ordem de se estar próximo a fronteira, rio abaixo próximo as margens…o sonho acabou e continuamos a sonhar o barato…que respondam os que sabem meia palavra, meia dança…doing the talk….de novo subterfúgios alienígenas meias palavras e o dia a dia e ontens, meia palavra em boca cheia a massa de recursos determina o que comete o crime de responsabilidade se houver o que dizer diga agora em palavreado virtual com as cordas vocais relaxadas prontas a lacrimejar a crenças dos dissidentes suspeitos de milhares de dólares em orgias… Entra-se em delírio diante da questão, meio como palavra alheia à toda essa realidade…contadas como enganos de escrita no teclado apertado…visualizem a rapidez na investigação de um acordo de bilhões de dólares….dito assim do grande ao pequeno.

 

Pré natal e enxoval  com trabalho a gente chega lá e diz a situação…parece até locação de novela.

 

Falando assim até parece frase feita, mas realmente não sei o que contar me falta imagem e resta apenas a vontade de escrever para passar o tempo, houve tempo que havia o fascínio e fluía fácil mas agora me vejo num emaranhado sem solução, paisagens estéreis num longo tom que se transmuta muito pouco por isso vou brincando no teclado sem me preocupar se existe lógica gostaria de compor um longo texto caótico que narrasse estes momentos……e trinta e dois carros rebocados em desafio ao homem mais rápido do mundo…..nem sei por que mais em vez de uma sequência, apenas um fragmento no meio da expectativa, palavra assim sem a lógica esperada, as vezes me lembrava de alguma bravata e saia por ai a contar vantagem.

 

Sempre me ocorre ao meio dia, começo a sentir fome e o sussurro narcísico do culto à personalidade imagens de uma cena ainda distante a soar trombetas e guitarras elétricas… Some way you use it…diálogos interrompidos por lastimas silenciosas  hoje o exército comemora 350 anos e eu com isso.

 

Resvalando na sílaba atravessando no digno em desacordo, apenas um dissidente falando sobre suas  expectativas, sobre  o que não sei dizer, gosto se ficar escrevendo mesmo que não diga nada. Na verdade não tenho pretensões literárias sendo assim escrevo por ter vontade de dizer alguma coisa no meu bloco de notas.

 

Dia a dia vai crescendo o texto e eu vou passando linha a linha todas as palavras que posso escrever. Sem que nenhuma estória tenha para contar o papa vai a cuba regulamentar a terceirização assim decidiu o parlamento ou melhor a assembléia. Sem nada mais desdigo tudo que disse e começo uma nova frase.

 

Amanhece e discurso procura pelas primeiras palavras do dia. Talvez bom dia e o noticiário conta as primeiras tragédias o prazo para financiamento está acabando e o prejuízo foi maior que vinte bilhões de reais , a madrugada mais fria está acabando, o finzinho de madruga abre-se sorrindo…good morning headache.   Contos de uma era distante me lembram a esquecida nostalgia de tempos passados recontam lendas e revelam obsessões ainda presentes na memória destes escritos irregulares a espera de uma formatação que os define de uma vez por todas.

 

Olhos alinhados e a visão desmistificando o que diante de nós se move, Novas tendências e moda sempre se repetem sem mudar nada que seja significante nessa história. Quantas outras  ainda teremos que contar até que o mistério seja desmistificado?  Perguntas que insistem em muitas respostas, frases escritas em um teclado eletrônico, touch pad… Nem só de talentos sobrevive a morte….sem medo de nada persistia na busca e o capítulo de amanhã trará novas surpresas. Considerando os fatos  há hiatos pra fazer rimas nada mais. Selvageria nas imagens de aventuras de caubóis….beijo na boca e últimas semanas assim baila o alazão.  Parecia estranhos os comentários acerca do assunto por outros meios também se pode chegar lá, pensava e balançava a cabeça e ria-se da situação de maneira marota.

 

Dito assim pareceria ironia, mas em última instância é o que restou dizer, sendo assim o disse sem o menor pudor em todas as sílabas, falava sem parar sobre qualquer assunto desmentia a verdade em benefício de suas ilusões, achava que assim conseguiria finalmente produzir algum resíduo literário que ficasse na  memória de quem passasse e compartilhasse de suas idéias. Deixou-se levar por esta crença e entregou-se em absoluto à fantasia. Parecia que não tinha mais fim estas lendas inventadas por puro narcisismo. Diria ainda ser cedo para se ter alguma ideia conclusiva faltavam as bases que definiriam o método a ser adotado nestas questões, falava ao vazio e sonhava com dias melhores em meio a esta confusão de sentidos e sentimentos, poucos falavam sobre o assunto restava apenas os comentários na rede social, porém pouco importava se tinham sentido ou não. Continuava assim mesmo tagarelando feito um tolo, em busca de uma frase para completar o sentido, mas o que acontecia era muito diferente do que imaginava. Todavia parecia que o tempo criará cicatrizes e deixará algumas questões a resolver, não sabia como acentuar as palavras na frase saiu por aí dizendo não saber o que fazer nesta questão, resolveu esquecer de vez o assunto e mudar de conversa.

 

Deixava sim a mercê da conversa alheia e a língua de trapo das faladeiras de plantão, depois corrigiria e acentuaria se fosse o caso. Continuou assistindo o último capítulo da novela descobrindo o mundo cor de rosa dos finais felizes. Desperdiçará o tempo com palavras que não serviria para nada, escreveu sobre sonhos que nunca sonhara e pensou em abandonar o texto no meio da frase, ao menos o engano seria menor. Diziam que a palavra não deve sobrepor o texto, sendo assim mantendo elas alinhadas uma a uma no sentido da frase, sem muitas firulas sigo colocando cada uma delas em seu devido lugar. Vou com paciência sem pressa de formar o texto, assim segue o dia sem muitas novidades e pouco a se salvar nesta imobilidade que me consome, vou por aí ouvindo canções que não me dizem nada apenas repetindo o palavreado, futricado com conversa de vizinhas faladeiras falando todas ao mesmo tempo.

 

Talvez a memória escapasse entre o olhar e dispersa se a visão enganando a percepção e tudo parecesse estranho aos olhos que buscavam no escuro a silhueta de sua imagem e a sua forma que se confundia com as linhas do horizonte talvez nada disso fosse verdade e estivesse apenas delirando ao tentar narrar os fatos que poderiam descrever a cena. Mesmo assim tentava recontar a estória que diante dos olhos se desfazia em névoa de cor púrpura. Outras palavras compunham versos que nunca serão lidos por outros olhares senão estes, assim poderíamos recontar tudo sobre outro ponto de vista, sendo assim a vírgula se coloca e dou um suspiro aliviado, retomou o fôlego e voltou a narrar como se nada tivesse acontecido, na verdade há muito tempo não acontecia nada e os dias passavam pelos olhos sem as cores que tinham ante,s tudo se transformará num monótono dia a dia sem muitas coisas para contar, os personagens iam se dissipando sem deixar pista sobre seu paradeiro, nem um velho cão farejador descobriria qualquer pista sobre o ocorrido neste dias de monotonia e desilusão.

 

Dentro destas palavras  se resguarda o direito  de permanecer calado  mudo como quando veio ao mundo, integrado ao que ainda procura se revelar em imagens de um caleidoscópio de coloração lisérgica imaginando um sonho de tonalidade ambígua diferente das películas fotográficas que colorem um álbum de recordações monocromáticas em um sépia antigo e desbotado, deixou de lado o bloco de notas para observar o que ocorria naquele burburinho de crianças agitadas expondo as incertezas que esperavam no futuro nem tão distante dos dias de hoje, sacudiu a cabeça e resolveu viver um dia de cada vez, sendo assim ficou  em silêncio contemplando o que via passar no horizonte, deixará a muito as esperanças passarem desta maneira esperava saber aonde colocar a vírgula sem interferir na dinâmica do texto, mesmo em pausa ainda se movia entre sonhos contando a estória do dia a dia, colocava a cena em cores indefinidas num lamento sereno enquanto guardava os remédios no armário..

 

Deixava de lado a perspectiva do futuro e se agarrava no presente como se o mundo acabasse agora, levava a palavra além esperando dizer algo que calasse de vez o obscuro pensar sobre as coisas que se repetiam, e assim as frases iam surgindo expressando o que se passava em sua cabeça. Não que importasse a alguém mais por pura falta do que fazer , driblando a monotonia e descobrindo o que se escondia no inconsciente.

 

Perdido entre palavras em busca de outras frases que desenhe o texto em linguagem diferente da usualmente falada, mesmo assim segue desprezando o sentido, buscando no usual o pitoresco.

 

Paixões esquecidas em um quarto qualquer, lembranças de outras épocas anteriores as infâmias esquecidas nas dores do crescer, o solo insistente produz o sustento à milênios, sem piedade ou qualquer outra gratidão, a palavra foge da mente esvaziando o sentido da pretensa poesia que se coloca no canto da boca como gemido lancinante de natureza recalcitrante, assim se cala em delírio de prazer e dor e perde-se no deserto das solidões adquiridas pelos erros de escolha, já não persistem os desejos, se esvaem como água que evapora ao sol …esperanças de um amor consumado em enganos e tramas absurdas, esquecidos, lembranças guardadas como maldição  nos armários dos esqueletos alheios ao tempo que urge a memórias de ontem.

 

Disritmia fonética, palavra em esquecimento mensagens de outra dimensão traduzidas de maneira confusa por quem esquece o verbo e palavras deixadas no vazio esquecidas pela lembrança que falha ao passado recente, deixa estar como estrela que se apaga engolida pelo buraco negro de lembranças alheias.

 

Palavra sortida num verso monossilábico, falta de acento num texto mal escrito apenas palavras corrigidas no editor de texto, sentimentos vazios em movimento perpétuo falsas palavras em bocas alheias e a procura do verbo para deslanchar a escrita, falta inspiração e a palavra foge como menino do castigo… Poderia ser outras palavras compondo mensagens afegãs faladas em língua estranha entre as esquinas da capital, apenas frases soltas ao vento num linguagem sensível nunca antes falado, ia assim de verso em verso preenchendo a memória do tablet numa escrita solta distante da falada por pessoas embriagadas pelo sentimento indescritível a qualquer outro sentido, assim sendo todas essas palavras cairão em desuso logo logo, esperava poder dizer algo e ver o tempo passar.

 

Deixando de lado as esperanças buscando no escuro a luz que nos iluminará desta escuridão que nos assola.

 

Deixa o verbo nos levar além das palavras.

 

 
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