Coronariana Nº 40 (Quarenta de Quarenta ― O Fim?)

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Barata Cichetto


Pessoas por aí, tentando manter a sanidade ― creio ser esse o motivo ― traçando planos para o retorno à normalidade. A “normalidade” que se referem, claro, é que a conheciam até cerca de dois ou três meses, antes de uma epidemia transformada em infodemia, tomar conta do planeta.

Quarentena… Políticos usando como balão de ensaio, ou seja, um “test-drive” para ações autoritárias futuras. Arbitrariedades, prisões, violência praticada contra cidadãos que ousam pisar uma praça publica, controle de locomoção por celulares, drones falantes dispersando aglomerações, entre outras coisas, nos remetem a um cenário distópico, e demonstram que a tal da normalidade que as pessoas esperam retomar “quando isso acabar”, não existirá mais.

Mesmo quando “acabar”, e isso acontecerá independente do número de mortos ― que só servem mesmo para engordar estatísticas -, mas quando os que alimentam o pânico transformando as pessoas em meros fantoches, conseguirem o que desejam.

Existe uma epidemia por infecção por um vírus que tem por forma de contágio a mesma de uma gripe comum ― contato humano ― que mata muito mais gente mundo afora, mas que não consta da planilha de proteção da famigerada e triste OMS cujo chefe, Tedros Adhanom, com um passado ligado à corrupção e proteção de regimes totalitários, passou a ser considerado uma espécie de “Presidente do Mundo”, já que suas determinações são consideradas acima de qualquer chefe de Estado eleito democraticamente. Há quem afirme mesmo que há uma “Psyops” por trás disso. (Aliás, tudo isso remete a uma discussão da própria democracia, já que não há nesse organismo, como em outros que controlam o mundo nenhum sinal de democracia.)

Enfim, quando chegarmos ao “fim” dessa pandemia fabricada, haverão outros “fins” a nossa espera. E não será o fim do mundo, mas decerto que presenciamos o fim de tudo que conhecemos como “normalidade”.

Aos que não sucumbirem pelo Vírus Chinês, e por outros motivos decorrentes como infartos, suicídios, etc., decorrentes desse caos criado e controlado, terão que criar outra “normalidade”.

15/04/2020

Barata Cichetto, 1958, Araraquara – SP, é poeta, escritor. Criador e Editor do Agulha.xyz e Livre Pensador.

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