Arte: Bruno Lima

Destro: HQ Lança campanha de financiamento coletivo para parte 2

A HQ “Destro”, criação  de Luciano Cunha, e que é um marco na história dos quadrinhos brasileiros, por romper com o esquema de publicações com predomínio esquerdista e que acabou sendo, já no momento em que foi lançada, altamente “profética”. O surgimento da fraudemia da gripe chinesa, a eleição cheia de indícios de fraude, que colocou os “Democratas” na presidência da então nação mais poderosa do mundo, e posteriormente o ataque frontal à democracia e à liberdade de expressão por parte das Big Techs, desvendaram um  cenário de caos à sociedade humana mundial.

 

A primeira parte, realizada com o financiamento coletivo às duras penas, não por conta dos apoios, que superaram em muito as metas definidas, mas por sofrer boicote ta própria plataforma de crowdfunding., com retaliações por parte da empresa.  Com base nisso,  foi criada uma plataforma própria para o financiamento da parte 2, que tem previsão de chegada às mãos dos apoiadores a partir de Junho de 2021.

 

O editor de Agulha.xyz, que foi um dos apoiadores da campanha da primeira parte, também está presente nesta.   Acessem o link no final do texto e apoie.
(Barata Cichetto, Editor Agulha.xyz)

O Projeto

Destro, criação mais recente de Luciano Cunha, autor de O DOUTRINADOR, já nasceu histórica e disruptiva. Criado no final de 2019 e produzido através de um financiamento coletivo que atingiu quase 500% de sua meta inicial. Destro é o único personagem de quadrinhos assumidamente conservador no Brasil.

História da campanha

Destro é a primeira HQ assumidamente de direita no Brasil. Uma história em quadrinhos brasileira que soa profética agora que o Partido Democrata conseguiu voltar à Casa Branca numa eleição em que seu candidato Joe Biden conseguiu a proeza de fazer mortos levantarem de seus túmulos para votarem em diversos estados americanos.

 

Numa eleição repleta de fraudes e esquemas obscuros, o esforço escancarado das chamadas “Big Tech”, empresas que dominam as redes sociais mundiais, soa datado para quem já tinha lido as primeiras páginas da HQ do autor Luciano Cunha.

A trama

É uma distopia com tempero brasileiro. João Destro vive numa São Paulo destruída em 2045, pois o mundo inteiro está vivendo finalmente o cenário orwelliano que sempre perseguiu: as cinco maiores empresas de tecnologia do planeta manipularam resultados, Big Data, pesquisas e redes sociais para promoverem a ideologia esquerdista.

 

Eles queriam o controle do planeta para se tornarem os verdadeiros donos do mundo. Agora eles são tudo. A partir da eleição norte-americana de 2020, as maiores redes sociais do planeta impõem deliberadamente esforços e ações anti-conservadoras e anticristãs, arrastando enormes contingentes populacionais para sua agenda progressista e globalista.

 

O mundo todo parece se curvar ao poder da esquerda e praticamente todos os eleitores e simpatizantes de direita são massacrados por governos eleitos de forma fraudulenta e obscura.

 

Com 85% de governos de esquerda, patrocinados pelo dinheiro chinês e pelas Big Techs, o mundo se torna um enorme Venezuela.

A fome, miséria e opressão venceram

A liberdade de expressão está morta. João Destro vive à margem da lei, perseguido pelos agentes do Estado, e, após um acidente, recebe ajuda de Gui, um rapazote órfão que vive nos esgotos da capital paulistana.

 

O menino é um gênio tecnológico e, junto a um padre católico e um grupo de cidadãos insurrectos, também procurados pela vigilância política, eles organizam os últimos registros de autores de direita.

 

Eles almejam reproduzir aquela literatura conservadora em larga escala, de volta na corrente sanguínea das redes. Perito na arte da sobrevivência, João Destro lidera o pequeno grupo underground e enfrenta o verdadeiro Leviatã: a ditadura digital globalizada.

Detalhes do projeto

Destro esgotou sua primeira tiragem em 11 dias e a segunda em 4 meses, provando que existe um público geek conservador ávido por conteúdo que defenda seus valores. Com resenhas elogiosas em todos os canais de direita no Brasil, vários influenciadores importantes no campo conservador leram e indicaram Destro em suas redes sociais: Luís Ernesto Lacombe, Bernardo Kuster, Bene Barbosa, Fabiana Barrosos, Silvio Navarro, Alessandro Santana, Marco Frenette, Camila Abdo, entre outros.

 

Destro foi concebido como uma trilogia e a primeira edição foi só uma amostra do poder deste personagem e desta saga. A força da trama se mostrou, ainda, como se fosse uma “profecia”, já que as fraudes na eleição americana, o banimento de Donald Trump e a censura das Big Techs, que avança sobre qualquer player conservador importante, reforçam a pertinência do quadrinho.

 

O autor Luciano Cunha e o ilustrador Bruno Lima já trabalham na segunda parte desta aventura única. E você tem uma nova chance de apoiar o projeto e fazer história com eles.

 
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