Agulhas nas Redes

Aprendemos na escola que a Revolução Francesa

Aprendemos na escola que a Revolução Francesa foi movida por ideais belíssimos de Liberdade, Igualdade & Fraternidade, mas na verdade o que se deu foi uma carnificina danada. Por exemplo, vejam o caso da pobre feminista Marie Gouze. Em 1791, ela escreveu a “Declaração dos Direitos da Mulher e da cidadã”, criticando a Revolução Francesa por não endereçar temas importantes ao sexo feminino. Robespierre não gostou nada da crítica e mandou uma das primeiras feministas da História para guilhotina. Isto não aprendemos na escola, não é mesmo?

Como os fatos não se enquadram na narrativa oficial

Como os fatos não se enquadram na narrativa oficial da fraudemia globalista covidiana — que tem por objetivo manter o pânico e o medo latentes na população majoritariamente servil e idiotizada —, a realidade é deliberadamente ignorada.

 

Ao acreditar em uma “pandemia” mortífera

Ao acreditar em uma “pandemia” mortífera e global, o mundo, portanto, vive uma mentira.

Lockdown é igual comunismo

Lockdown é igual comunismo.
Quem apóia jura que nunca funcionou porque nunca foi feito direito, mas no final das contas só provoca depressão, fome, desemprego e inflação.

O politicamente correto vai destruir o mundo

O politicamente correto vai destruir o mundo porque fará com que as pessoas, cujas mentes agem pela razão, não aceitem serem ordenados por pessoas insanas. Exemplo: você tem hoje uma campanha antitabagismo que chama um fumante de brocha. Isso não é conscientização, é ofensa. Por outro lado, você não pode dizer que sexo anal favorece a proliferação da Aids, pois isso é ofensivo aos homossexuais. O politicamente correto, com ajuda de um judiciário de merda que nós temos, é literalmente o poste mijando no cachorro. Em algum momento, isso favorecerá a proliferação do terrorismo. Podem apostar nisso.

 

A constituição brasileira não reconhece a figura do “lockdown”

A constituição brasileira não reconhece a figura do “lockdown”. Isso não existe no ordenamento jurídico brasileiro.
A única medida restritiva desse tipo que é prevista na constituição é o Estado de Sítio.
Ele só pode ser decretado pelo presidente.
Mesmo assim, o Estado de Sítio só dá poderes ao Estado para restringir a presença da população a determinadas áreas, nunca para obrigá-la a ficar trancada em casa.
O Estado de Sítio tem duração limitada – no máximo, 30 dias – e só pode ser prolongado em caso de guerra.
O Estado de Sítio também suspende, por esse mesmo período, a atuação dos Poderes Legislativo e Judiciário.
Se o Estado de Sítio não foi decretado, o cidadão brasileiro é livre para ir e ficar onde ele quiser, pelo tempo que quiser, com proteção constitucional.
Quem não gosta do que está na constituição deve trabalhar para que ela seja alterada seguindo os princípios da democracia.
Ninguém pode violar a constituição. Quando isso acontece, acabam as regras do jogo democrático.
E aí, tudo pode acontecer.
Quem está implorando por lockdown – e muitas pessoas estão pedindo isso, inclusive artistas, políticos e integrantes de nossa elite “intelectual” – precisa entender o que isso significa.
E, depois, assumir a responsabilidade pelo monstro que será criado.
A primeira coisa que monstros fazem é devorar seus criadores.

Incitação ao crime

Barata Cichetto

Quem comete um crime é o que? Quem incita ao crime é o que? Se, portanto, impedir o ir e vir, e especialmente impedir as pessoas de saírem de casa é um crime, previsto na Carta Magna, devo deduzir que quem o decreta, incita é puramente um criminoso.
Aceitar, justificar e até implorar para que ditadores cometam crimes foi o que possibilitou a existência de monstros como Koba e Adolf. Pensem nisso e respirem fundo antes de bradarem por lockdown em nome da “ciência” dos ditadores.

Toque de recolher ilegal

Toque de recolher ilegal, proibição de venda de bebida alcoólica, fechamento dos meios econômicos de sobrevivência e toda uma série de violações graves contra as liberdades mais básicas dos indivíduos. Eis o cardápio político das ações da tirania higienista.

Uma forma de forçar estado de calamidade sem ter

Charles Burck

Uma forma de forçar estado de calamidade sem ter, de fingir desesperos, obter formas novas de consumir dinheiro publico, um ano para arrumar tudo e vemos as mesmas explicações esdruxulas de salvar vidas, sem terem feito nada do que prometiam, esqueceram de avisar ao vírus, não entre nas casas, assim vemos que os políticos matam mais que as doenças. Os cientistas que apregoavam o “estado de sitio” já recuaram, em várias cidades que o adotaram. os números mostram as mesmas ou maiores ocupações de leitos, mas as corjas vão estendendo as suas garras e uivando nas nossas portas trancadas.

O socialismo é um dos muitos passatempos das classes média

O socialismo é um dos muitos passatempos das classes média, alta e dos milionários.
A não ser quando lhe ensinam na escola e nas artes rancor e preconceito, os pobres jamais acreditaram no que lhes disseram os socialistas.

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