Agulhas nas Redes

Lira dos Sessenta

Quando a gente completa 60 anos, o mundo parece que, automaticamente, se transforma. Não por nós e por nossos olhos, mas pelos olhares hipócritas daqueles que ainda não chegaram a essa idade. Passamos a ser chamados de imprestáveis, de velhos, de ultrapassados, de tios do pavê… Nos tomam como incômodos, que a qualquer momento podem lhes causar problemas, como ter que ser socorridos com asma e artrite, ou faer qualquer coisa que lhes possa ter que demonstrar sua falsa humanidade. Aconteceu comigo, e isso já tem quase três anos. Parece que de um dia para o outro passamos da hora de morrer. Esquecem, esses pobres demônios, que cheguei e passei, e nada lhes garante que chegarão até aonde cheguei. Apenas pais e filhos entendem o que digo. Nunca filhos sem pais e pais sem filhos. Especialmente os últimos. Sou filho e sou pai. Abortado por ambos. Lamento? Não, apenas lastimo. Uma coisa que sempre digo, é que o dia que eu resolver que não quero mais aprender, que joguem terra em cima… Que estou morto… Mesmo que ainda respire. E eu ainda quero aprender. Aprender a ser, aprender a ter – algo que eu nunca soube como -, aprender a viver. A sobreviver eu sei bem, mas a viver só aprendi há três anos. Aliás, ainda quero aprender muito. Aprender a escrever, que sou apenas aprendiz de feiticeiro, de poeta e de açougueiro. Ah, aprendiz de tudo que me diz que ainda posso ser feliz. E isso não depende de você, não depende de ninguém. Apenas de mim e do meu tesão em continuar a ser o que sou, estar onde estou, como diz a tonta da Rita Lee, que me irrita e ri. Eu li. E sei que não posso ir além do fim. Do meu não, mas quem sabe do seu. Que não é o meu. Ainda bem. Que não somos iguais. Nem agora e nem na hora da nossa morte. Amém? Eu ouvi um amém, Igreja? Que seja. Igreja que seja. O que deseja. O que eu quero é o que seja não o que nenhum deus quiser, mas o que eu tiver. E onde estiver. Ah, mas que sujeito enjoado sou eu que não acho nada engraçado, e Raul, que não é p meu filho bastardo, vem e me diz: estás em dia de Raulzito, Barata meu velho. E eu respondo que não, que estou em dia de mim, que achar macaco, praia, carro, jornal é tudo um saco. E ele me fala, com jeito de cachorro urubu em guerra com zéu, que isso é ser metamorfose ambulante. E aí, o que eu tenho com isso? Conversa de bêbado de “58”, cerveja com vinho, as oito e cinquenta e dois do dia treze de abril de dois mil e vinte e um, quando ainda lá fora os ditadores sem botas me fazem sentir um bosta. E só porque o Facebook me perguntou: no que você está pensando, Barata? Ah, senhor Facebook… O que eu penso, nem às paredes confesso, quanto mais a essa máquina de doença mental. Fui!

Ovo ou Galinha?

Tem muita gente que acha que quem nasceu primeiro foi o ovo. E está certo. Outros acham que foi a galinha. E estão certos também. Mas quem acha que o Facebook nasceu primeiro que o ovo e a galinha está errado, muito errado. Mark Zuckerberg é só um pintinho, e sua galinha dos ovos de ouro, a qualquer momento pode virar canja, como muita coisa na Internet já virou. Bill Gates, o Billionário deu um foda-se para seu Windows pirata, registrou vacinas e comprou tudo que é agriculturável na América. Quem nasceu primeiro? A galinha ou a vacina? O Ovo ou o Povo? Ninguém sabe o poder que tem até perder. Quando foi a última vez que você saiu à rua, respirou fumaça ou eucaliptos e voltou para casa com vontade de transar? Faz tempo, né?! Ao menos um ano. Disseram fique em casa. Disseram tome vacina. Disseram foda-se seu trabalho. Disseram foda-se o emprego. Disseram tanta coisa que tanta gente acreditou. Disseram não foda. Disseram não goze. Disseram use camisinha. Use máscara. E todos acreditaram. Disseram tenham medo. E todos ficaram. Disseram morram. E morreram muitos mais que do que mandaram. Disseram vacina. E todos foram à China. Disseram estás morto, mesmo sem estar. E todos acreditaram. Morreram todos. E acreditaram. Que morrer era bem melhor… Esqueceram…

Com a saída do embaixador Ernesto Araújo do Ministério das Relações Exteriores

Com a saída do embaixador Ernesto Araújo do Ministério das Relações Exteriores, o Partido Comunista Chinês passa a dirigir diretamente a política externa brasileira.
No âmbito interno, comandando os poderes judiciário e legislativo, permanece o Foro de São Paulo.
Quanto ao poder executivo, impedir ou não o presidente Jair Bolsonaro – que não manda mais em coisa alguma – passa a ser algo totalmente irrelevante.

Enquanto vivemos de ver o mundo ideologicamente

Charles Burck 

Acho que o mais me dói nisso tudo, além das perdas em todos os sentidos (vidas, trabalho, sanidade, etc.) é a incerteza do que terão meus filhos em um mundo não muito distante. Vê-los o dia todo sem utilidade, convívio social, aprendizagem através do erro e educação, entregues a interação digital, ociosos e sedentários me angustia imensamente.

O que mais dói

Acho que o mais me dói nisso tudo, além das perdas em todos os sentidos (vidas, trabalho, sanidade, etc.) é a incerteza do que terão meus filhos em um mundo não muito distante. Vê-los o dia todo sem utilidade, convívio social, aprendizagem através do erro e educação, entregues a interação digital, ociosos e sedentários me angustia imensamente.

Terceira via

Sempre que se aproxima a eleição, e sempre ouvi isso, começa a se falar em terceira via. Neste momento, quem representa essa tal? Doriana (ele se vende como isso, embora alise o Carniça), a Leite? Huck? A radicalização, se bem lembram, foi deflagrada pela esquerda, quando não mais conseguiu conter a explosão de escândalos. Não tinha jeito para o “outro lado” não radicalizar. E isso foi o despertar de muita gente que se considerava sem voz, sem contar os oportunistas, que elegeram JB, sabendo que ele era um radical. Muitos esperaram que ele fosse mais do que já é, outros menos. Agora, quando chega a figura de um General dizendo que o ideal é essa tal terceira via, esquecendo que a premissa militar é justamente sobre ser radical, a coisa fica mais estranha ainda.

A mim a situação é bem simples e clara

A mim a situação é bem simples e clara: quando, ano passado, prefeitos e governadores perceberam que poderiam lacrar e lucrar ao decretarem “calamidade pública” e assim receberem muito dinheiro do Governo Federal por causa da “pandemia”, sairam correndo para fazer decretos para justificar o dinheiro recebido. Achavam, sem concordar abertamente com o Presidente, que aquilo era apenas “uma gripe”, que passaria rápido e assim trataram de agir cosmeticamente, fingindo que tomavam atitudes com o dinheiro recebido. Assim foram tendas armadas como hospitais de campanha, e o grosso do dinheiro sendo usado para pagar filha de pagamento e outras dívidas atrasadas – por incompetência deles -e fazer compras totalmente fora do objetivo do dinheiro enviado, como compras de carros e outros merengues. Entre eles, dinheiro enfiado nas suas campanhas para prefeito e vereadores. Só que não foi assim, e merda não apenas não sumiu , como realmente se mostrou algo mais sério, e agora acabou a fonte do dinheiro, e resta-lhes disfarçar suas safadezas acusando o Governo Federal de omissão. Todos esses desgovernantes, que foram amparados por uma Suprema Corte corrompida até os ossos, precisam e deve ser julgados como verdadeiros genocidas que são. A pergunta é: por quem serão julgados?

Sabe o que a esquerda tem de diferente da direita?

Sabe o que a esquerda tem de diferente da direita?
Eles não desistem nunca! NUNCA MESMO.
Alguma vez nesse governo do Presidente Bolsonaro, quando algo foi emplacado pela direita que se diz conservadora e fiel ao presidente, vocês viram a esquerda jogar a toalha?
Vocês viram a esquerda proclamar: Não vou mais apoiar fulano, beltrano e sicrano do PÇOL, PÇDOB e PQP ????
Sabe o que a esquerda tem de diferente?
FIDELIDADE!
Sabe o que acontece com a direita algodão doce? (A expressão algodão doce foi exemplificada aqui por que derrete rápido).
Joga a toalha facim facim. Se desanima num piscar de olhos.
Braveja dizendo que vai embora do país (Embora pra onde ? kkkkk)
Que o Brasil não tem mais jeito, que já era, que já deu e quá quá quá quá.
Continuem assim pavimentando o caminho para 2022. Continuem nas redes sociais mostrando suas fragilidades. Vão dando combustível para a esquerda se abastecer das suas frustrações, das suas mágoas, insatisfações e incertezas.
Por que aí em 2022 ela chega com tudo e nem em rede social você poderá manifestar seu descontentamento.
O cachaceiro prometeu estatizar os meios de comunicação lembram?
Como dizia meu bom e velho pai:
“Engole o choro, por que se eu gostasse de gente frouxa, colocava barbante nas minhas calças ao invés de elástico”.
Acorda povo!

 

As pessoas não conseguem mais enxergar, escutar e pensar

As pessoas não conseguem mais enxergar, escutar e pensar. Basta a memória, do que sempre foi o sistema de saúde publica para calar a boca desses patifes, ditadores e subservientes, paspalhos encantados que aceitam o que a mídia lhes oferece em troca de merda nenhuma, a não ser a própria morte. Sinto uma enorme tristeza com tudo isso, de perceber o quanto se entregam, e entram num trem que os conduzirá às modernas câmaras de gás que nem dez máscaras poderão lhes livrar da morte. Em vida!

Quanto mais obedecemos às “medidas sanitárias”, mais somos culpados pelo aumento do número de casos

Estamos num relacionamento tóxico. Quanto mais obedecemos às “medidas sanitárias”, mais somos culpados pelo aumento do número de casos. Mandaram fazer distanciamento, fizemos. Passar álcool em gel, passamos. Usar máscaras, usamos. Não trabalhar, não trabalhamos (e centenas de milhares de empresas faliram por conta disso; milhões perderam seus empregos), mandaram tomar vacina, tomamos. Ainda assim, o tom é sempre acusatório: “Os casos estão aumentando for falta de empatia” “Os casos estão aumentando porque vocês viajaram” “Os casos estão aumentando porque vocês não estão obedecendo o suficiente” Vocês entendem? A culpa é sempre do povo; não há a menor possibilidade das autoridades levantarem a hipótese de estarem enganadas. Ninguém se pergunta: “Se estas medidas são eficazes, por que não estão funcionando?” Não. Se uma máscara só não está funcionando, pedem duas máscaras (e já estamos indo para três!) Se Lockdown não funcionou uma vez, tentam duas, tentam três. Se uma ou duas doses da vacina não será suficiente (mutações!) então impõem uma terceira, uma quarta… E não para. Nunca. Sempre mais, sempre mais do mesmo. E a culpa é sempre nossa. “Vocês só estão usando duas máscaras, o correto são três! Vocês só estão no terceiro Lockdown, o que vai funcionar é o quarto! Vocês só tomaram 3 doses da vacina, a que vai proteger da nova mutação é a quinta! Queremos mais de vocês, mais!” A sensação é de esgotamento; de que já demos tudo. Mas eles querem mais. E só estamos no primeiro ano…

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