A ética Objetivista sustenta que o bem humano não requer sacrifício e não pode ser alcançado pelo sacrifício de ninguém; sustenta que os interesses racionais dos homens não se chocam - que não há conflito de interesses entre homens que não desejam o imerecido, que não fazem sacrifícios, nem os aceitam, que se tratam entre si como comerciantes, trocando valor por valor.. - Ayn Rand 
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Outros Pensamentos
Genecy Souza – Um Jorro de Lascivos Prazeres Secretos
Genecy Souza Eu não conheço Olavo Villa Couto, nunca o vi mais magro. Na verdade, desconfio que são poucos os que o conhecem de perto. Embora corra o risco de errar, presumo que o autor não é muito chegado à luz – real ou figurada  --. A palavra luz denota clareza, limpeza, verdade, espírito aberto, honestidade. Bons modos, enfim. Quando exposto, ele até pode fingir alguma qualidade, exposta na vitrine da loja das hipocrisias, onde cada um compra o objeto ...
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POESIA

Poesia – Barata Cichetto – A Morte na Vida Real Não é o Que os Poetas Imaginam
Barata Cichetto Na vida real, a morte é real, não surreal; não rima com sorte, nem tira passaporte; A morte, ...
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Ibrahim Khouri – Avanço e Retrocesso (17)
...Estamos em junho, o mês das festas Juninas, mas nas noite, nenhum recanto luminoso brilha, nenhum fogos, sem barulho, no ...
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Ibrahim Khouri – Avanço e Retrocesso (16)
... Ah, deixe-me correr atrás do sonho! Se há emoção, há vazão num poema, num graveto, num casco e tanto ...
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Ibrahim Khouri – Avanço e Retrocesso (15)
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Ibrahim Khouri – Avanço e Retrocesso (14)
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Ibrahim Khouri – Avanço e Retrocesso (13)
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Poesia – Barata Cichetto – Animal
Barata Cichetto Busco nas galhardices assimétricas de cheiros e pós De um tronco emaranhado de redes, réstias e cipós, O ...
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Ibrahim Khouri – Avanço e Retrocesso (12)
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Ibrahim Khouri – Avanço e Retrocesso (11)
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Ibrahim Khouri – Avanço e Retrocesso (10)
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Brighteon: O culto suicida da vacina

Brighteon – 23/03/2021

Os fanáticos por vacinas evoluíram para um verdadeiro culto ao suicídio, muito parecido com o culto “Heaven’s Gate” na Califórnia alguns anos atrás.

Esses cultos sempre terminam em suicídio em massa, e é exatamente o que está acontecendo agora com as 128 milhões de doses já administradas nos EUA. As pessoas estão fazendo fila para o suicídio em massa, acreditando que a vacina é seu “salvador”.

Sobrevivendo a essa massa, o ritual de suicídio global deve ser nossa prioridade.

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Senso Incomum: Panini lança HQ de Hulk Imortal com gênero neutro

Carlos de Freitas – Senso Incomum – 16/03/2021

Hulke Esmaga!! Como pessoas normais não regridem para falar igual mongolóidxs, editoras forçam propaganda trans em público infantil

O pensamento esquerdista já tentou de tudo: a luta armada, a psicanálise, a sociologia, os sindicatos, o campesinato, a intelectualidade, a arte, o ensino, a mídia, o machismo, o racismo, o fascismo, o nazismo.

 

A bola da vez é a identidade. É a valorização da percepção subjetiva de inadequação, elevada a valor supremo e prova, ela sim, cabal da opressão que sempre vigorou no mundo.

 

A identidade de gênero, teoria das mais absurdas, vem sendo introduzida de modo não muito sutil pela cultura de massas. A fim de capturar as mentes em formação, as únicas suscetíveis a esse tipo de baboseira, a Panini resolveu lançar a temática do gênero neutro da revistinha do Hulk. Do HULK!

 

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AGULHAS NAS REDES

Lira dos Sessenta

Quando a gente completa 60 anos, o mundo parece que, automaticamente, se transforma. Não por nós e por nossos olhos, mas pelos olhares hipócritas daqueles que ainda não chegaram a essa idade. Passamos a ser chamados de imprestáveis, de velhos, de ultrapassados, de tios do pavê… Nos tomam como incômodos, que a qualquer momento podem lhes causar problemas, como ter que ser socorridos com asma e artrite, ou faer qualquer coisa que lhes possa ter que demonstrar sua falsa humanidade. Aconteceu comigo, e isso já tem quase três anos. Parece que de um dia para o outro passamos da hora de morrer. Esquecem, esses pobres demônios, que cheguei e passei, e nada lhes garante que chegarão até aonde cheguei. Apenas pais e filhos entendem o que digo. Nunca filhos sem pais e pais sem filhos. Especialmente os últimos. Sou filho e sou pai. Abortado por ambos. Lamento? Não, apenas lastimo. Uma coisa que sempre digo, é que o dia que eu resolver que não quero mais aprender, que joguem terra em cima… Que estou morto… Mesmo que ainda respire. E eu ainda quero aprender. Aprender a ser, aprender a ter – algo que eu nunca soube como -, aprender a viver. A sobreviver eu sei bem, mas a viver só aprendi há três anos. Aliás, ainda quero aprender muito. Aprender a escrever, que sou apenas aprendiz de feiticeiro, de poeta e de açougueiro. Ah, aprendiz de tudo que me diz que ainda posso ser feliz. E isso não depende de você, não depende de ninguém. Apenas de mim e do meu tesão em continuar a ser o que sou, estar onde estou, como diz a tonta da Rita Lee, que me irrita e ri. Eu li. E sei que não posso ir além do fim. Do meu não, mas quem sabe do seu. Que não é o meu. Ainda bem. Que não somos iguais. Nem agora e nem na hora da nossa morte. Amém? Eu ouvi um amém, Igreja? Que seja. Igreja que seja. O que deseja. O que eu quero é o que seja não o que nenhum deus quiser, mas o que eu tiver. E onde estiver. Ah, mas que sujeito enjoado sou eu que não acho nada engraçado, e Raul, que não é p meu filho bastardo, vem e me diz: estás em dia de Raulzito, Barata meu velho. E eu respondo que não, que estou em dia de mim, que achar macaco, praia, carro, jornal é tudo um saco. E ele me fala, com jeito de cachorro urubu em guerra com zéu, que isso é ser metamorfose ambulante. E aí, o que eu tenho com isso? Conversa de bêbado de “58”, cerveja com vinho, as oito e cinquenta e dois do dia treze de abril de dois mil e vinte e um, quando ainda lá fora os ditadores sem botas me fazem sentir um bosta. E só porque o Facebook me perguntou: no que você está pensando, Barata? Ah, senhor Facebook… O que eu penso, nem às paredes confesso, quanto mais a essa máquina de doença mental. Fui!

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Ovo ou Galinha?

Tem muita gente que acha que quem nasceu primeiro foi o ovo. E está certo. Outros acham que foi a galinha. E estão certos também. Mas quem acha que o Facebook nasceu primeiro que o ovo e a galinha está errado, muito errado. Mark Zuckerberg é só um pintinho, e sua galinha dos ovos de ouro, a qualquer momento pode virar canja, como muita coisa na Internet já virou. Bill Gates, o Billionário deu um foda-se para seu Windows pirata, registrou vacinas e comprou tudo que é agriculturável na América. Quem nasceu primeiro? A galinha ou a vacina? O Ovo ou o Povo? Ninguém sabe o poder que tem até perder. Quando foi a última vez que você saiu à rua, respirou fumaça ou eucaliptos e voltou para casa com vontade de transar? Faz tempo, né?! Ao menos um ano. Disseram fique em casa. Disseram tome vacina. Disseram foda-se seu trabalho. Disseram foda-se o emprego. Disseram tanta coisa que tanta gente acreditou. Disseram não foda. Disseram não goze. Disseram use camisinha. Use máscara. E todos acreditaram. Disseram tenham medo. E todos ficaram. Disseram morram. E morreram muitos mais que do que mandaram. Disseram vacina. E todos foram à China. Disseram estás morto, mesmo sem estar. E todos acreditaram. Morreram todos. E acreditaram. Que morrer era bem melhor… Esqueceram…

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LIVROS

AGULHAS NO PALHEIRO

Software de Bill Gates para digitalizar crianças para acessar escolas
Dr. Joseph Mercola RESUMO DA HISTÓRIA Los Angeles Unified School District anunciou "um aplicativo da web one-stop-shop" criado para gerar ...
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