A ética Objetivista sustenta que o bem humano não requer sacrifício e não pode ser alcançado pelo sacrifício de ninguém; sustenta que os interesses racionais dos homens não se chocam - que não há conflito de interesses entre homens que não desejam o imerecido, que não fazem sacrifícios, nem os aceitam, que se tratam entre si como comerciantes, trocando valor por valor.. - Ayn Rand 
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Outros Pensamentos
Genecy Souza – Satânia e o Escritor Fantasma
Genecy Souza Olavo Villa Couto sabe contar histórias como poucos.   Recém saído de uma leitura de um outro livro seu – O Jorro --, posso dizer que já saquei a pegada do escritor. Olavo não é um desbravador daquilo que chamo de literatura do submundo, material ou não. Outros tantos seguem (ou seguiram) pela mesma trilha, cada um no seu estilo. Alguns encontraram fama e fortuna. Alguns, reitero. Quanto ao resto cabe uma vida obscura. A depender de onde ...
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POESIA

Poesia – Barata Cichetto – A Morte na Vida Real Não é o Que os Poetas Imaginam
Barata Cichetto Na vida real, a morte é real, não surreal; não rima com sorte, nem tira passaporte; A morte, ...
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Ibrahim Khouri – Avanço e Retrocesso (17)
...Estamos em junho, o mês das festas Juninas, mas nas noite, nenhum recanto luminoso brilha, nenhum fogos, sem barulho, no ...
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Ibrahim Khouri – Avanço e Retrocesso (16)
... Ah, deixe-me correr atrás do sonho! Se há emoção, há vazão num poema, num graveto, num casco e tanto ...
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Ibrahim Khouri – Avanço e Retrocesso (15)
... Aos poucos vai despertando este Gigante, que pelos homens, que neste instante, em todas as partes onde se agrupam ...
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Ibrahim Khouri – Avanço e Retrocesso (14)
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Ibrahim Khouri – Avanço e Retrocesso (13)
...Vaza do meu corpo a imensidão do mundo, numa viagem inexoravelmente constante, nesta última fila de espera, vendo os pregoeiros ...
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Poesia – Barata Cichetto – Animal
Barata Cichetto Busco nas galhardices assimétricas de cheiros e pós De um tronco emaranhado de redes, réstias e cipós, O ...
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Ibrahim Khouri – Avanço e Retrocesso (12)
...Olhem! Percebam! Eu lhes peço! É cruel demais ver tanto descaso, neste mundo de Avanço e Retrocesso, agora esconde-se de ...
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Ibrahim Khouri – Avanço e Retrocesso (11)
... Hoje, não sei por quê? Tão pouco peço, mas sinto a brisa, pela fresta, entrar ardente. Embora eu viva ...
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Ibrahim Khouri – Avanço e Retrocesso (10)
... Neste terreno onde às vezes me refugio, da loucura entre Avanço e Retrocesso, é um espaço, um sítio onde ...
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Brighteon: O culto suicida da vacina

Brighteon – 23/03/2021

Os fanáticos por vacinas evoluíram para um verdadeiro culto ao suicídio, muito parecido com o culto “Heaven’s Gate” na Califórnia alguns anos atrás.

Esses cultos sempre terminam em suicídio em massa, e é exatamente o que está acontecendo agora com as 128 milhões de doses já administradas nos EUA. As pessoas estão fazendo fila para o suicídio em massa, acreditando que a vacina é seu “salvador”.

Sobrevivendo a essa massa, o ritual de suicídio global deve ser nossa prioridade.

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Senso Incomum: Panini lança HQ de Hulk Imortal com gênero neutro

Carlos de Freitas – Senso Incomum – 16/03/2021

Hulke Esmaga!! Como pessoas normais não regridem para falar igual mongolóidxs, editoras forçam propaganda trans em público infantil

O pensamento esquerdista já tentou de tudo: a luta armada, a psicanálise, a sociologia, os sindicatos, o campesinato, a intelectualidade, a arte, o ensino, a mídia, o machismo, o racismo, o fascismo, o nazismo.

 

A bola da vez é a identidade. É a valorização da percepção subjetiva de inadequação, elevada a valor supremo e prova, ela sim, cabal da opressão que sempre vigorou no mundo.

 

A identidade de gênero, teoria das mais absurdas, vem sendo introduzida de modo não muito sutil pela cultura de massas. A fim de capturar as mentes em formação, as únicas suscetíveis a esse tipo de baboseira, a Panini resolveu lançar a temática do gênero neutro da revistinha do Hulk. Do HULK!

 

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AGULHAS NAS REDES

Lira dos Sessenta

Quando a gente completa 60 anos, o mundo parece que, automaticamente, se transforma. Não por nós e por nossos olhos, mas pelos olhares hipócritas daqueles que ainda não chegaram a essa idade. Passamos a ser chamados de imprestáveis, de velhos, de ultrapassados, de tios do pavê… Nos tomam como incômodos, que a qualquer momento podem lhes causar problemas, como ter que ser socorridos com asma e artrite, ou faer qualquer coisa que lhes possa ter que demonstrar sua falsa humanidade. Aconteceu comigo, e isso já tem quase três anos. Parece que de um dia para o outro passamos da hora de morrer. Esquecem, esses pobres demônios, que cheguei e passei, e nada lhes garante que chegarão até aonde cheguei. Apenas pais e filhos entendem o que digo. Nunca filhos sem pais e pais sem filhos. Especialmente os últimos. Sou filho e sou pai. Abortado por ambos. Lamento? Não, apenas lastimo. Uma coisa que sempre digo, é que o dia que eu resolver que não quero mais aprender, que joguem terra em cima… Que estou morto… Mesmo que ainda respire. E eu ainda quero aprender. Aprender a ser, aprender a ter – algo que eu nunca soube como -, aprender a viver. A sobreviver eu sei bem, mas a viver só aprendi há três anos. Aliás, ainda quero aprender muito. Aprender a escrever, que sou apenas aprendiz de feiticeiro, de poeta e de açougueiro. Ah, aprendiz de tudo que me diz que ainda posso ser feliz. E isso não depende de você, não depende de ninguém. Apenas de mim e do meu tesão em continuar a ser o que sou, estar onde estou, como diz a tonta da Rita Lee, que me irrita e ri. Eu li. E sei que não posso ir além do fim. Do meu não, mas quem sabe do seu. Que não é o meu. Ainda bem. Que não somos iguais. Nem agora e nem na hora da nossa morte. Amém? Eu ouvi um amém, Igreja? Que seja. Igreja que seja. O que deseja. O que eu quero é o que seja não o que nenhum deus quiser, mas o que eu tiver. E onde estiver. Ah, mas que sujeito enjoado sou eu que não acho nada engraçado, e Raul, que não é p meu filho bastardo, vem e me diz: estás em dia de Raulzito, Barata meu velho. E eu respondo que não, que estou em dia de mim, que achar macaco, praia, carro, jornal é tudo um saco. E ele me fala, com jeito de cachorro urubu em guerra com zéu, que isso é ser metamorfose ambulante. E aí, o que eu tenho com isso? Conversa de bêbado de “58”, cerveja com vinho, as oito e cinquenta e dois do dia treze de abril de dois mil e vinte e um, quando ainda lá fora os ditadores sem botas me fazem sentir um bosta. E só porque o Facebook me perguntou: no que você está pensando, Barata? Ah, senhor Facebook… O que eu penso, nem às paredes confesso, quanto mais a essa máquina de doença mental. Fui!

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Ovo ou Galinha?

Tem muita gente que acha que quem nasceu primeiro foi o ovo. E está certo. Outros acham que foi a galinha. E estão certos também. Mas quem acha que o Facebook nasceu primeiro que o ovo e a galinha está errado, muito errado. Mark Zuckerberg é só um pintinho, e sua galinha dos ovos de ouro, a qualquer momento pode virar canja, como muita coisa na Internet já virou. Bill Gates, o Billionário deu um foda-se para seu Windows pirata, registrou vacinas e comprou tudo que é agriculturável na América. Quem nasceu primeiro? A galinha ou a vacina? O Ovo ou o Povo? Ninguém sabe o poder que tem até perder. Quando foi a última vez que você saiu à rua, respirou fumaça ou eucaliptos e voltou para casa com vontade de transar? Faz tempo, né?! Ao menos um ano. Disseram fique em casa. Disseram tome vacina. Disseram foda-se seu trabalho. Disseram foda-se o emprego. Disseram tanta coisa que tanta gente acreditou. Disseram não foda. Disseram não goze. Disseram use camisinha. Use máscara. E todos acreditaram. Disseram tenham medo. E todos ficaram. Disseram morram. E morreram muitos mais que do que mandaram. Disseram vacina. E todos foram à China. Disseram estás morto, mesmo sem estar. E todos acreditaram. Morreram todos. E acreditaram. Que morrer era bem melhor… Esqueceram…

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LIVROS

AGULHAS NO PALHEIRO

Fernando Vaisman – A decadência educacional brasileira
Fernando Vaisman Muito se pergunta e muito se responde sobre os motivos pelos quais a educação brasileira é tão precária ...
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